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dc.contributor.authorLima, Daniele Cristina dept_BR
dc.contributor.otherFélix, Ananda Portella, 1985-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Zootecniapt_BR
dc.date.accessioned2019-05-24T20:18:28Z
dc.date.available2019-05-24T20:18:28Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/60837
dc.descriptionOrientadora: Profª. Dra. Ananda Portella Félixpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Zootecnia. Defesa : Curitiba, 28/02/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Nutrição animal de não ruminantespt_BR
dc.description.abstractResumo: Prebióticos e probióticos tem sido largamente utilizados na indústria de pet food, principalmente com a função de melhorar a saúde intestinal e aumentar a longevidade de cães. Prebiótico é um ingrediente alimentar não digestível pelas enzimas do intestino delgado que beneficia o organismo por estimular seletivamente o crescimento e/ou atividade de determinadas bactérias no cólon, promovendo a saúde do hospedeiro. Já os probióticos, são produtos constituídos por microrganismos vivos que, uma vez introduzidos no organismo animal influenciam beneficamente o hospedeiro por meio da melhoria do balanço microbiano intestinal. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar a inclusão de levedura autolisada ou Bacillus subtilis em dietas de cães. No experimento I foram utilizadas as seguintes dietas: controle, sem adição de levedura (CO); Dieta CO + 1% de levedura autolisada adicionada na massa (1%M) e Dieta CO + 1% de levedura autolisada adicionada por cobertura (1%C). Para digestibilidade e produtos de fermentação intestinal, foram utilizados 15 cães adultos da raça Beagle, distribuídos inteiramente ao acaso, com 5 repetições por tratamento. Os cães foram alimentados durante 30 dias com as dietas experimentais (n=5), sendo 25 dias de adaptação e 5 dias de coleta total de fezes. No teste de preferência alimentar foram utilizados 16 cães e realizados as seguintes comparações: CO vs 1%M; CO vs 1%C e 1%M vs 1%C. Cada teste foi realizado por um período de 2 dias, totalizando 32 repetições. Houve maior número de primeiras escolhas para a dieta 1%C, em relação às demais dietas (P<0,05). Para a razão de ingestão, nos testes entre os tratamentos CO vs 1%M e CO vs 1%C os cães consumiram maior quantidade da dieta CO e 1%C (P<0,01), respectivamente. No experimento II, dezesseis cães Beagle adultos foram distribuídos aleatoriamente (n = 8) para um dos dois tratamentos dietéticos por 33 dias: controle (sem probiótico) e probiótico (B. subtilis C-3102, 1 x 106 UFC / g de dieta). Não houve diferença entre os coeficientes de digestibilidade aparente do trato total (CTTAD) e a energia metabolizável (EM) das dietas (P> 0,05). Da mesma forma, não houve diferenças para o pH fecal e ácido siálico (P> 0,05). No entanto, maior escore fecal (P <0,001), conteúdo de matéria seca (P = 0,021) e concentração de ácido propiônico (P = 0,039) e menor odor fecal (P <0,001) e amônia (P = 0,037) foram observados em cães alimentados com probiótico. O sequenciamento do gene 16S rRNA revelou que a adição de B. subtilis alterou a microbiota intestinal de cães. Alterações proporcionais da microbiota intestinal entre os grupos foram detectadas em quatro filos principais e 13 gêneros de bactérias (P <0,05). A diversidade bacteriana do intestino foi maior (P = 0,021) em cães alimentados com probiótico. Dessas mudanças, o interesse particular foi a maior abundância de Faecalibacterium em cães alimentados com probiótico, que é considerado como tendo efeitos benéficos sobre a saúde intestinal. A inclusão de 1% de levedura autolisada em cobertura aumenta a palatabilidade de alimentos destinados a cães em relação à dieta controle. Já a inclusão de 33 g/tonelada de B. subtilis na dieta aumenta a consistência e o ácido propiônico fecal e reduz a amônia e o odor das fezes dos cães. Ainda, altera a microbiota intestinal, mas não afeta a digestibilidade dos nutrientes e energia da dieta. Palavras chave: Bacillus subtilis, Levedura autolisada, Microbiota, Saúde intestinal.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Prebiotics and probiotics have been widely used in the pet food industry, mainly with the function of improving intestinal health and increasing the longevity of dogs. Prebiotic is a food ingredient not digestible by small intestine enzymes that benefits the body by selectively stimulating the growth and/ or activity of certain bacteria in the colon, promoting the health of the host. Probiotics are products composed of living microorganisms that, once introduced into the animal organism, beneficially influence the host by improving the intestinal microbial balance. Thus, the objective of this work was to evaluate the inclusion of autolysed yeast or Bacillus subtilis in dog diets. In the experiment I the following diets were used: control, without addition of yeast (CO); Diet CO + 1% of autolysed yeast added in the mass (1% M) and Diet CO + 1% of autolysed yeast added by coverage (1% C). For digestibility and intestinal fermentation products, 15 adult beagle dogs were used, randomly distributed with 5 replicates per treatment. Dogs were fed for 30 days with experimental diets (n = 5), 25 days of adaptation and 5 days of total collection of feces. In the food preference test, 16 dogs were used and the following comparisons were made: CO vs 1% M; CO vs 1% C and 1% M vs 1% C. Each test was performed for a period of 2 days, totaling 32 replicates. There were more first choices for the 1% C diet, in relation to the other diets (P <0.05). For the intake ratio, in the tests between CO treatments vs 1% M and CO vs 1% C the dogs consumed higher amounts of the diet CO and 1% C (P <0.01), respectively. In the experiment II, sixteen adult Beagle dogs were randomly assigned (n=8) to one of the two dietary treatments for 33 days: control (no probiotic) and probiotic (B. subtilis C-3102, 1 x 106 CFU/g diet). There was no difference between the coefficients of total tract apparent digestibility (CTTAD) and metabolisable energy (ME) of diets (P > 0.05). Likewise, there were no differences for faecal pH and sialic acid (P > 0.05). However, greater faecal score (P < 0.001), dry matter content (P = 0.021) and propionic acid concentration (P = 0.039) and lower faecal odor (P < 0.001) and ammonia (P = 0.037) were observed in dogs fed with probiotic. The 16S rRNA gene sequencing revealed that the addition of B. subtilis altered gut microbiota of dogs. Proportional changes of gut microbiota between groups were detected in four major phyla and 13 genera of bacteria (P < 0.05). Gut bacterial diversity was greater (P = 0.021) in dogs fed probiotic. Of these changes, particular interest was the greater abundance of Faecalibacterium in dogs fed probiotic, which is considered to have beneficial effects on gut health. The inclusion of 1% of autolysed yeast in cover increases the palatability of foods destined to dogs in relation to the control diet. Already the inclusion of 33 g/ tonne B. subtilis in the diet increases the consistency and the fecal propionic acid and reduces the ammonia and the odor of the feces of the dogs. Still, it alters the intestinal microbiota, but does not affect the digestibility of nutrients and dietary energy. Key words: Bacillus subtilis, Auto immune yeast, Microbiota, Intestinal health.pt_BR
dc.format.extent78 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBacillus subtilispt_BR
dc.subjectLevedospt_BR
dc.subjectMicrobiotapt_BR
dc.subjectCão - Nutriçãopt_BR
dc.subjectZootecniapt_BR
dc.titleUso de prebióticos e probióticos na nutrição de cãespt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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