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dc.contributor.authorBeatriz Spisila
dc.contributor.authorGabriele Pereira da Silva
dc.contributor.authorFabíola Paiva Iactchak Prybylski
dc.contributor.authorRogério Goulart da Silva
dc.contributor.authorMaria Regina Ferreira da Costa
dc.creatorUFPR
dc.date.accessioned2024-10-29T02:06:56Z
dc.date.available2024-10-29T02:06:56Z
dc.date.issued2019-10-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/91427
dc.description.abstractA partir das experiências vivenciadas através do projeto PIBID na Escola Municipal Julia Amaral Di Lenna com alunos/as do 2º ano do ensino fundamental, através da vivência das aulas de Educação Física, identificamos alta taxa de competitividade. O objetivo do trabalho é compreender a magnitude desse fenômeno. Com base nas intervenções observamos o anseio das crianças pela vitória, repulsa a derrota e frustração e a separação de meninos e meninas, quando competiam esses dois grupos, geralmente, as meninas tendiam a desistir ao enfrentar um colega menino. Observa-se uma diferença entre o nível de competitividade de meninos e meninas e entre os mais aptos e os menos aptos. Os meninos são influenciados desde sempre pela nossa sociedade para que sejam superiores, mais fortes, protetor, isso revela, mais tarde, frustração perante a derrota, pressão e ansiedade. Porém, o objetivo da Educação Física na escola não é formar atletas e tampouco provocar rivalidade entre alunos, entre alunas ou entre alunos e alunas, mas formar sujeitos para participar das mais diversas experiências corporais que a vida propicia. Nesse sentido, cabe ao professor/a ficar atenta às ações, linguagem, metodologia, etc. porque estas instituem significados, isto é, é fundamental que o/a docente problematize as situações que emergem nas aulas e dialogue com meninos e meninas para que compreendam o que fazem, dizem e ao mesmo tempo construam sentido e significado ao que fazem. Portanto, é papel do professor de Educação Física inserir princípios e valores a favor de uma prática que incentive a participação, aprendizagem, aperfeiçoamento, descobrimento de suas potencialidades e habilidades, integrando os gêneros e estimulando a convivência de forma igualitária. Pois assim, as novas gerações aprendem a relação entre os sexos respeitando e reconhecendo a diferença e diversidade nos modos de ser e se comportar. Cabe salientar que a problematização da prática docente é fundamental para propiciar aos meninos e meninas práticas que possibilitem a ressignificação da cultura.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.relation.ispartofIII Encontro das Licenciaturas da Região Sul
dc.subjectEducação Física Escolar
dc.subjectrelações de gênero
dc.subjectcompetitividade
dc.titleRELAÇÕES DE GÊNERO E COMPETITIVIDADE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
dc.typeArtigo
dc.identifier.ocs2503


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