Educação inclusiva
Resumo
Resumo: A Educação Especial foi tradicionalmente concebida como destinada a atender o deficiente mental, visual, auditivo, físico e motor, além daqueles que apresentam condutas típicas de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos e psiquiátricos. Também estariam inseridos nessa modalidade de ensino os alunos que possuem altas habilidades e superdotação. Em uma nova abordagem, que tem por meta a inclusão, a Educação Especial atende a uma variedade de casos bem maior. Não estão envolvidos nela apenas os estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem relacionadas a condições, disfunções, limitações e deficiências. Dessa forma, precisam ser incluídos também aqueles que têm, por exemplo, dislexia, problemas de atenção ou emocionais, de memória e também os que sofrem de desnutrição. Olhando desse modo, pode-se dizer que toda saia de aula, por um motivo ou outro, é local de inclusão. Ser gordo ou muito magro, agressivo, negro, superdotado, pobre ou rico, deficiente físico, surdo, cego, muitas vezes torna um aluno alvo de exclusão, preconceito e piadinhas, por isso todos os professores, pais a sociedade em gerai, sem exceção, precisam praticar o respeito e a tolerância, que só nascem quando se entende que o normal é ser diferente
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