| dc.contributor.advisor | Bespalhok, Flávia Lúcia Bazan, 1965- | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Federal do Paraná. Setor de Educação Profissional e Tecnológica. Curso de Especialização em Mídias na Educação | pt_BR |
| dc.creator | Nickel Junior, Cristiano | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-01-08T17:43:10Z | |
| dc.date.available | 2026-01-08T17:43:10Z | |
| dc.date.issued | 2025 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1884/100063 | |
| dc.description | Orientadora: Profa. Dra. Flavia Lucia Bazan Bespalhok | pt_BR |
| dc.description | Artigo apresentado como trabalho de conclusão de curso | pt_BR |
| dc.description | Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação Profissional e Tecnológica, Curso de Especialização em Mídias na Educação | pt_BR |
| dc.description | Inclui referências | pt_BR |
| dc.description.abstract | Resumo: Este artigo analisa como a inteligência artificial generativa (IAG) pode contribuir para a criação e a experimentação de gêneros literários no Ensino Fundamental – Anos Finais, sem apagar a autoria dos estudantes. A pesquisa parte da compreensão da IA (Inteligência Artificial) como um artefato histórico, social e discursivo, cujo uso na escola depende de escolhas pedagógicas. A revisão de literatura foi organizada em quatro eixos: fundamentos linguístico-textuais; gêneros do discurso e dialogismo; autoria e criatividade; e história e ética da IA na educação. A hipótese é que a IAG pode auxiliar em etapas da escrita, como ativação de conhecimentos prévios, planejamento e variação de formas textuais, mas não substitui a posição-autor do aluno. Quando utilizada sem mediação docente, tende a produzir pastiches — imitações de estilo com aparência de texto literário, mas pouco enraizadas em experiência e autoria. Para reduzir riscos de padronização, plágio e dependência, defende-se o uso de protocolos com rastreabilidade, avaliação processual e definição clara de destinatários. Além da revisão, apresenta-se um relato de experiência em que estudantes produziram autobiografias, depois transformadas em cordéis e, por fim, em canções com apoio de IA. O exercício mostrou ganhos de coesão e acabamento formal, mas também perdas na coerência global e na expressão do ethos discursivo. Como contribuição, o trabalho propõe diretrizes para integrar a IAG em sala de aula como mediação crítica, transparente e auditável, de modo a preservar a autoria discente, fortalecer a coerência macrotextual e estimular a reflexão metalinguística. Indica ainda caminhos para futuras pesquisas, como validação de rubricas, formação docente e estudos comparativos em diferentes níveis de ensino | pt_BR |
| dc.description.abstract | Abstract: This article analyzes how generative artificial intelligence (GAI) can contribute to the creation and experimentation of literary genres in the final years of elementary education, without erasing students’ authorship. The study is grounded in an understanding of AI as a historical, social, and discursive artifact whose use in schools depends on pedagogical choices. The literature review is organized into four axes: linguistic-textual foundations; discourse genres and dialogism; authorship and creativity; and the history and ethics of AI in education. The guiding hypothesis is that GAI can support instrumental stages of writing—such as activating prior knowledge, macrotextual planning, and varying textual forms— yet it does not replace the student’s authorial position. When used without teacher mediation, it tends to produce pastiches—stylistic imitations that resemble literary texts but are weakly grounded in experience and authorship. To mitigate risks of standardization, plagiarism, and technical dependence, the article argues for protocols that ensure traceability, process-based assessment, and clear definition of addresses. In addition to the review, an experience report is presented in which students produced autobiographies later transformed into cordel poems and, finally, into songs with AI support. The activity revealed gains in cohesion and formal refinement, alongside losses in overall coherence and in the expression of discursive ethos. As a contribution, the article proposes guidelines for integrating GAI in the classroom as critical, transparent, and auditable mediation, in order to preserve student authorship, strengthen macrotextual coherence, and foster metalinguistic reflection. It also indicates directions for future research, such as rubric validation, teacher education, and comparative studies across different educational levels | pt_BR |
| dc.format.extent | 1 recurso online : PDF. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.subject | Textos - Escrita | pt_BR |
| dc.subject | Inteligencia artificial - Aplicações educacionais | pt_BR |
| dc.subject | Generos literarios | pt_BR |
| dc.title | Narrativas algorítmicas : o uso da inteligência artificial na criação e experimentação de gêneros literários no ensino fundamental – anos finais | pt_BR |
| dc.type | TCC Especialização Digital | pt_BR |