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dc.contributor.advisorStroparo, Sandra M., 1970-pt_BR
dc.contributor.otherPereira, João Carlos Vitorinopt_BR
dc.contributor.otherRocha, Vanessa Massoni dapt_BR
dc.contributor.otherFerreira, Maria da Conceição Coelhopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.contributor.otherUniversite Lumiere Lyon 2.Facultè des Langues. Programa Master en Études Lusophonespt_BR
dc.creatorSilva, Tayla de Souzapt_BR
dc.date.accessioned2025-12-18T14:01:53Z
dc.date.available2025-12-18T14:01:53Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99806
dc.descriptionOrientadora: Prof.ª Dr.ª Sandra Mara Stroparopt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. João Carlos Vitorino Pereira (Université Lumière Lyon 2)pt_BR
dc.descriptionBanca: Sandra Mara Stroparo (Presidente da Banca), Vanessa Massoni da Rocha e Maria da Conceição Coelho Ferreirapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras e Setor de Estudos Lusófonos, da Université Lumière Lyon 2. Defesa : Curitiba, 20/10/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Este trabalho se debruça sobre o romance La grande drive des esprits, de Gisèle Pineau, a partir da hipótese de que nele se constrói um olhar etnográfico sobre o arquipélago de Guadalupe. Embora seja filha de pais guadalupenses, Pineau sustenta uma autoimagem de outsider em romances de inspiração autobiográfica, como L’exil selon Julia, Mes quatre femmes e Folie, aller simple, por ter nascido em Paris e vivido na Europa até a adolescência. O argumento é o de que, partindo dessa condição de nativa-estrangeira, Pineau narra Guadalupe com um olhar que mimetiza o de um etnógrafo, pois marcado pela curiosidade e pela necessidade de catalogação. Baseada no texto de Diana Klinger (2006), onde se propõe a tendência de dissolução da polaridade entre o Eu e o Outro na ficção contemporânea da América Latina, procurei demonstrar de que forma a narrativa do romance La grande drive des esprits se estrutura em um pêndulo entre a escrita de si e a ficção etnográfica. Para isso, busquei abordar a perspectiva de mediadora da narradora-etnógrafa, a intertextualidade em relação a heranças culturais e literárias das Antilhas e as singularidades de um real-maravilhoso caribenhopt_BR
dc.description.abstractAbstract: This study focuses on Gisèle Pineau’s novel La grande drive des esprits, advancing the hypothesis that it constructs an ethnographic gaze on the Guadeloupean archipelago. Although born to Guadeloupean parents, Pineau creates a self-image of an outsider in her autobiographically inspired works — such as L’exil selon Julia, Mes quatre femmes, and Folie, aller simple — since she was born in Paris and lived in Europe until adolescence. My argument is that, from this position of a native-outsider, Pineau represents Guadeloupe through a gaze that echoes that of an ethnographer, characterized by curiosity and a drive toward cataloguing. Based upon Diana Klinger’s work (2006), which identifies a tendency in contemporary Latin American fiction to dissolve the polarity between Self and Other, I seek to demonstrate how the narrative of La grande drive des esprits oscillates between self-writing and ethnographic fiction. In doing so, I examine the narrator-ethnographer’s mediating perspective, the intertextual dialogue with the cultural and literary legacies of the Antilles, and the specificities of a Caribbean real maravillosopt_BR
dc.description.abstractRésumé: Ce travail porte sur le roman La grande drive des esprits de Gisèle Pineau, en partant de l’hypothèse qu’il y construit un regard ethnographique sur l’archipel de la Guadeloupe. Bien qu’elle soit fille de parents guadeloupéens, Pineau élabore une auto-image d’outsider dans des romans d’inspiration autobiographique — tels que L’exil selon Julia, Mes quatre femmes et Folie, aller simple —, puisqu’elle est née à Paris et a vécu en Europe jusqu’à l’adolescence. L’argument avancé est que, à partir de cette condition de native-étrangère, Pineau raconte la Guadeloupe avec un regard qui mime celui de l’ethnographe, marqué par la curiosité et par le besoin de cataloguer. En m’appuyant sur le texte de Diana Klinger (2006), qui propose la tendance à la dissolution de la polarité entre le Moi et l’Autre dans la fiction contemporaine de l’Amérique Latine, j’ai cherché à montrer comment la narration du roman La grande drive des esprits se structure dans un mouvement pendulaire entre l’écriture de soi et la fiction ethnographique. Dans cette perspective, j’ai analysé le rôle médiateur de la narratrice ethnographe, l’intertextualité en relation avec les héritages culturels et littéraires des Antilles, ainsi que les singularités d’un réel-merveilleux caribéenpt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPineau, Gisèle, 1956-pt_BR
dc.subjectRealismo fantástico (Literatura)pt_BR
dc.subjectLiteratura caribenha (Francês)pt_BR
dc.subjectGuadalupe, Ilha de (Pequenas Antilhas)pt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleA Guadalupe de Gisèle Pineau : a narrativa (auto) etnográfica em La grande drive des espritspt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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