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dc.contributor.advisorRamos, João Gualberto Garcez, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherMilanez, Bruno Augusto Vigopt_BR
dc.contributor.otherOsna, Gustavo, 1987-pt_BR
dc.contributor.otherSouza, André Peixoto de, 1977-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direitopt_BR
dc.creatorLeonardi, Lucas Cavinipt_BR
dc.date.accessioned2025-12-17T12:43:15Z
dc.date.available2025-12-17T12:43:15Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99781
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. João Gualberto Garcez Ramospt_BR
dc.descriptionBanca: João Gualberto Garcez Ramos (Presidente da Banca), Bruno Augusto Vigo Milanez, Gustavo Osna e Andre Peixoto de Souzapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito. Defesa : Curitiba, 26/11/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho realiza uma análise crítica da aplicação do acordo de não persecução penal (ANPP) a crimes hediondos e equiparados, à luz da Constituição Federal e da legislação vigente. O trabalho argumenta que, apesar da importância dos mecanismos de justiça negociada para a eficiência processual, a sua aplicação não pode ser indiscriminada e é incompatível com crimes de maior gravidade. A pesquisa defende que a celebração do ANPP deve ser vedada em casos de crimes hediondos, sob pena de comprometer a eficácia do sistema punitivo, enfraquecer a função preventiva da pena e relativizar a proteção de bens jurídicos de grande relevância social. A tese sustenta que, por imposição constitucional, os crimes hediondos exigem uma resposta penal mais severa, com a aplicação de uma pena propriamente dita, o que não se coaduna com instrumentos despenalizadores como o ANPP. A metodologia do estudo incluiu a análise de diversas obras doutrinárias e de julgados recentes das principais cortes do paíspt_BR
dc.description.abstractAbstract: The thesis critically analyzes the application of the non-prosecution agreement to heinous and similar crimes, in light of the Federal Constitution and current legislation. The work argues that, despite the importance of negotiated justice mechanisms for procedural efficiency, their application cannot be indiscriminate and is incompatible with more serious crimes. The research advocates that the use of the non-prosecution agreement should be prohibited in cases of heinous crimes, as allowing it would compromise the effectiveness of the criminal justice system, weaken the preventive function of punishment, and relativize the protection of legal interests of high social relevance. The thesis asserts that, by constitutional command, heinous crimes require a harsher criminal response, involving the application of a proper penalty, which is not compatible with decriminalization instruments like the non-prosecution agreement. The methodology of the study included analyzing several doctrinal works and recent court rulings from the country’s main courtspt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPersecução penalpt_BR
dc.subjectCrime hediondopt_BR
dc.subjectDireitopt_BR
dc.titleO não cabimento do acordo de não persecução penal para crimes hediondospt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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