| dc.description.abstract | Neste artigo temos como objetivo relatar a experiência no Colégio Estadual Conselheiro Carrão. Foi feita uma intervenção com o intuito de reforçar os Números Inteiros a partir de um jogo da memória elaborado pelos alunos do Curso de Licenciatura em Matemática – UTFPR, estes são alunos contemplados pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). O jogo foi pensado para alunos do 7º ano do ensino fundamental, que possuem faixa etária entre 11 e 12 anos. Para elaborar o jogo foi aplicada uma prova diagnóstica em três turmas, com o intuito de obter informações sobre a aprendizagem dos conteúdos já trabalhados. A prova aborda o conteúdo básico dos Números Inteiros, foram trabalhados exercícios de interpretação com exemplos de situações que acontecem no dia a dia, nota-se a partir da prova diagnóstica que os estudantes possuem dificuldades em “regras de sinais”, principalmente quando envolve multiplicação e divisão, alguns discentes têm grande dificuldade em interpretação de texto, assim os impossibilitando de entender os exercícios. Com o resultado da prova diagnóstica, foi possível separar os alunos em grupos para realizar o jogo. Cada grupo possuía alunos com mais facilidade de aprendizagem, alunos medianos e alunos com dificuldade, portanto foi possível que todos participassem. Durante a aplicação foi observado que os estudantes se ajudam entre eles e levam a sério atividades diferentes do cotidiano. Analisando a atividade de forma geral, ela foi bem-sucedida, todos os alunos participaram; durante a aplicação todos os grupos em algum momento pediram ajuda pois tinham dúvidas ou dificuldades. As dúvidas eram comuns entre os grupos, normalmente perguntavam algo relacionado a multiplicação e divisão dos números inteiros. Com esta experiência é possível notar que o jogo como metodologia de ensino é uma possibilidade que facilita o aprendizado e reforço nos conteúdos aprendidos em sala de aula. A teoria e a disciplina são importantes para o desenvolvimento social e cognitivo do aluno, mas atividades fora da sala de aula que proporcionam ao aluno interagir e ter uma experiência fora do “normal” pode ser proveitosa, os estudantes estão no estágio cognitivo que possuem raciocínio lógico, e as atividades diferentes podem proporcionar desenvolvimento para o aluno. Em suma, consideramos o potencial da aplicação de jogos e atividades fora da classe de aula como um método de ensino. | |