O CHORO E A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA REFLEXÃO À LUZ DAS EXPERIÊNCIAS NO PIBID/UEL
Data
2019-10-08Autor
Karine Veres Faria
Marli Guimarães da Silva
Lilian Caroline Machado
Marta Regina Furlan de Oliveira
Metadata
Mostrar registro completoResumo
O presente artigo intitulado “Mamãe vai chegar? Relato de Experiência sobre o Choro e a Acolhida na Educação Infantil à luz do Pibid/UEL” objetiva analisar sobre a questão do choro na educação infantil por meio da acolhida e afetividade dos (as) professores (as) de crianças pequenas. Esse estudo se justifica, de modo amplo, a partir das vivências e experiências no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – Pibid do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Londrina em consonância com a participação do Grupo de Estudos em Educação, Infância e Teoria Crítica da Universidade Estadual de Londrina. De modo particular, lidar com o choro de uma criança, muitas vezes, envolve-nos em ações de afeto, segurança e tranquilidade enquanto professores (as) da infância e, também, porque essa questão é recorrente no cotidiano infantil, principalmente pela subjetividade das crianças e suas maneiras únicas de reagir às mudanças, aos sentimentos e medos no que tange o campo das relações. A metodologia, de cunho qualitativa, é um estudo bibliográfico à luz de proposições de Henri Wallon como referência básica e outros autores que dialogam com essa perspectiva teórica e, relato de observações e vivências da realidade de uma turma de crianças pequenas de um centro de educação infantil público do município de Londrina, Paraná. Os resultados direcionam-nos a pensar sobre a importância da afetividade no processo de acolhimento do choro de crianças em espaços infantis e, do papel mediador de professores (as) revelados por suas percepções e conceitos sobre essa temática e, ações frente as crises cotidianas de adaptação da criança na escola infantil.