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dc.contributor.authorDébora Schmidt
dc.contributor.authorLara Dias do Prado Salvador
dc.date.accessioned2024-10-29T02:05:55Z
dc.date.available2024-10-29T02:05:55Z
dc.date.issued2019-10-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/91124
dc.description.abstractO processo de formação inicial de docentes impõe o desafio constante de articular teoria e prática quando nenhuma delas é de fato dominada pelo graduando em licenciatura. Em busca de soluções para este impasse, o Projeto Pibid História da Unioeste, campus de Marechal Cândido Rondon tem procurado sincronizar o trabalho de estudo e pesquisa historiográfica com a criação e aplicação de jogos destinados ao ensino de História. Seguindo o embasamento teórico da pedagogia Libertadora de Paulo Freire, os jogos buscam trazer para a sala de aula o conhecimento prévio dos alunos, sua percepção sobre tais assuntos, e desenvolvimento do senso crítico, já que as atividades buscam trazer perspectivas fora da “narrativa oficial”. A metodologia utilizada para desenvolver os jogos considerou inicialmente o trabalho de observação e contato com a escola e escolha da turma que participaria do projeto. A partir deste trabalho de observação definia-se o tema, o conteúdo e a abordagem do jogo a ser criado. Após estas definições seguia-se para o trabalho de pesquisa historiográfica e discussões sobre o conteúdo a ser abordado pelo jogo. De posse da compreensão do debate historiográfico e dos elementos observados em sala de aula definia-se os objetivos do jogo. Nosso grupo optou então por uma atividade inspirada no modelo Imagem e Ação com o tema Renascimento, com o recorte temporal de 1300-1600. Os objetivos específicos ao desenvolver o jogo foram trabalhar o Renascimento Científico e Cultural, mostrar o surgimento do antropocentrismo, e o embate que se deu entre o aspecto religioso e racional, a criação do movimento que deu origem as ciências humanas dentro das universidades, apresentar as interações entre cultura popular e erudita, e permitir que os estudantes demonstrem durante suas interpretações no jogo o conhecimento que reúnem sobre o assunto. Em um aspecto mais amplo sobre o ensino de história buscamos também guiar os alunos para a compreensão da História como uma ciência investigativa e possibilitar o desenvolvimento dos alunos na discussão da relação passado presente. O jogo pode ser utilizado em sala de aula como o professor entender que será de maior proveito para a turma, no entanto deixamos como possíveis possibilidades o uso para fixação de conteúdo, incentivo do trabalho em grupos e o despertar de interesse do aluno pelo conhecimento histórico. Como resultado parcial deste processo, destacamos como é possível conciliar o trabalho de reflexão ao exercício prático de pensar e produzir materiais didáticos. Para o estudante de graduação esta articulação demonstrou-se muito promissora, justamente porque revela a complexidade e o desafio do trabalho docente.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.relation.ispartofIII Encontro das Licenciaturas da Região Sul
dc.subjectEnsino
dc.subjectHistória
dc.subjectCiência
dc.subjectJogo
dc.subjectRenascimento
dc.subjectPIBID;
dc.titleRenascimento, utilização da criatividade no Ensino de História
dc.typeArtigo
dc.identifier.ocs1976


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