| dc.description.abstract | Resumo: Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área de leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidências nas salas de aula, tanto nas Instituições educacionais públicas quanto privadas. Conhecer os vários conceitos de dislexia, suas causas, sintomas, formas de tratamento e suas implicações relacionadas à escola, família e sociedade centralizam os objetivos desta pesquisa. A metodologia aplicada foi a leitura a respeito do assunto, em livros, revistas especializadas, apostilas e internet. Segundo MARTINS (2001), 10 a 15% da população mundial é disléxica, e, no Brasil, 20% das pessoas sofrem desse mal, onde 90% das crianças estão nas escolas públicas. As causas da dislexia são neurobiológica e genética, ou seja, o dísléxico pode herdar o problema do seu pai ou avô, sem, contudo, ter algum outro tipo de comprometimento neurológico, pois o dísléxico utiliza outra parte do cérebro que não o das pessoas "normais".Seus sintomas podem ser variados: fraco desenvolvimento motor, desatenção, imaturidade no trato com outras crianças, dispersão, dificuldades para grafar palavras e na leitura, onde o dísléxico pode trocar as letras. Se a dislexia não for adquirida através de uma lesão cerebral, poderá o problema ser solucionado, através de um intenso trabalho de reeducação lingüística, com a ajuda da família e da escola. Através da leitura de inúmeros autores que discutem a dislexia, foram reelaborados os textos que compõem o corpo deste trabalho, a qual está divida em três capítulos. O primeiro esclarece o que vem a ser dislexia, realiza o percurso histórico que os pesquisadores fizeram sobre o assunto e relata algumas das principais características dos disléxicos. O segundo capítulo compreende a dislexia como uma necessidade especial que deve ser tratada o mais cedo possível para que o portador possa resolver seus problemas e avançar intelectual e socialmente. O terceiro e último ressalta a importância do papel da família e da escola frente a um aluno dísléxico, bem como sugere ações para uma reeducação lingüística. Alguns autores como: MARTINS (ibid.), FONSECA (1995), AJURIAGUERRA (1984) e OLIVEIRA (1997) foram mais enfatizados do que outros, visto que estes contribuíram mais significativamente para o alcance dos objetivos centrais deste trabalho. Para estes autores, a dislexia parece resultar de falhas nas conexões cerebrais, contudo existe tratamento par a cura do problema, pois o cérebro pode ser estimulado a relacionar os sons que representam as letras e, em seguida, ao significado das palavras que elas forma. Para isso há que se realizar um trabalho intenso, recheado de compreensão, respeito e carinho pelo dísléxico. Caso contrário, a dislexia irá prosseguir pelo resto da vida, tornando o seu portador inseguro e infeliz | pt_BR |