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dc.contributor.advisorXavier, André Nogueira, 1980-pt_BR
dc.contributor.authorAlecrim, Elisane Conceição, 1987-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2022-06-07T19:45:30Z
dc.date.available2022-06-07T19:45:30Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/76239
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. André Nogueira Xavierpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa : Curitiba, 25/03/2022pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente dissertação objetivou analisar o parâmetro configuração de mão na libras tanto fonológica quanto foneticamente. Do ponto de vista fonológico, além da sua contrastividade, foram (1) reanalisados os oito padrões de variação identificados por Xavier e Barbosa (2014) e (2) analisados os processos que subjazem a ela: a neutralização e a alofonia. Do ponto de vista fonético, (3) foram analisados, por meio do sistema de transcrição fonética proposto por Johnson e Liddell (2011, 2012), produções de um mesmo sujeito e de sujeitos diferentes de uma das variantes da configuração de mão em B (dedos estendidos e unidos pelas laterais). Essas análises se basearam em dados originalmente coletados por Xavier e Barbosa (2014), os quais se constituem de três repetições de 60 sinais da libras em sua forma isolada por 12 sujeitos surdos, seis homens e seis mulheres, todos do estado de São Paulo. Fonologicamente, os resultados apontam a predominância de uma das variantes observadas para cada padrão de variação. Precisamente, observei a predominância (a) de uma entre as diferentes configurações de mão nativas, ou seja, não relacionadas ao alfabeto manual, com que um dado sinal pode ser produzido, (b) das variantes nativas que se alternam com inicializadas, ou seja, relacionadas ao alfabeto manual; (c) das unitárias em relação àquelas que mudam durante a produção do sinal; (d) das configurações com polegar estendido em relação a sua contraparte com o polegar fechado; (e) das configurações sem a extensão do dedo mínimo em relação à sua contraparte com esse dedo estendido; (f) de uma das duas diferentes ordens (metátese) que as duas configurações de um dado sinal podem apresentar; (g) das variantes em que as duas mãos aparecem com a mesma configuração (assimilação) em relação àquelas em que ambas aparecem configuradas diferentemente; e (h) de uma das duas a cinco variantes observadas na mão passiva de alguns sinais. No que diz respeito à contrastividade, foram levantados, com base no conhecimento de libras da autora, pares mínimos que evidenciam que 28 das configurações de mão incluídas no corpus de Xavier e Barbosa são capazes de distinguir sinais fonologicamente, bem como a possibilidade de essas configurações sofrerem o processo de neutralização e/ou apresentarem variação alofônica. Foneticamente, através da análise das produções envolvendo a variante [Bu] da configuração de mão em B nos sinais FARMÁCIA e ENTENDER, tanto por sujeitos diferentes quanto por um mesmo sujeito, foi possível observar de que forma a configuração desses sinais variou inter e intra-sujeito. De maneira geral, pode-se dizer que o polegar, nas duas situações, apresentou mais variação na sua posição do que os demais dedos em ambos os sinais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present thesis aimed to analyze the hand configuration parameter in Libras both phonologically and phonetically. From a phonological point of view, in addition to its contrastivity, (1) I reanalyzed the eight patterns of variation identified by Xavier and Barbosa (2014) and (2) analyzed the processes that underlie their variation: neutralization and allophony. From a phonetic point of view, (3) I analyzed productions of the same subject and of different subjects of one of the variants of the hand configuration in B (fingers extended and joined at the sides), using the phonetic transcription system proposed by Liddell and Johnson (2011, 2012). These analyses were based on data originally collected by Xavier and Barbosa (2014), which consist of three repetitions of 60 Libras signs in their isolated form by 12 deaf subjects, six men and six women, all from the state of São Paulo. Phonologically, the results indicate the predominance of one of the variants observed for each variation pattern. Precisely, I observed higher frequence of (a) one of the two to four variants using native hand configurations (thus, not related to the manual alphabet) that the same sign exhibited, (b) the native hand configuration variants in relation to the initialized ones, that is, the ones related to the manual alphabet; (c) unitary hand configuration variants in relation to those that show hand configuration change during the sign production; (d) those hand configuration with thumb extended in relation to their counterpart with thumb closed; (e) those hand configurations without the extension of the pinkie in relation to their counterpart with that finger extended; (f) one of two different orders (metathesis) the two hand configurations in a sign may exhibit; (g) variants in which the two hands appear with the same configuration (assimilation) in relation to those in which both appear configured differently; and (h) one of two to five variants observed in the passive hand of some signs. With regard to contrastivity, based on the author's knowledge of Libras, minimal pairs were surveyed and provided evidence that 28 of the hand configurations included in Xavier and Barbosa's corpus are capable of phonologically distinguishing signs, as well as the possibility of these configurations to undergo the process of neutralization and/or to present allophonic variation. Phonetically, the analysis of productions involving the variant [Bu] of the B hand configuration in the signs FARMÁCIA ‘drug strore’ and ENTENDER ‘understan’, as produced by different subjects and by the same subject, showed how the configuration of these signs varied across and within subjects. In general, it can be said that the thumb, in both situations, presented more variation in its position than the fingers in both signs.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectLíngua brasileira de sinais - Fonéticapt_BR
dc.subjectLíngua brasileira de sinais - Fonologiapt_BR
dc.subjectLinguagem e línguas - Variaçãopt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleA variação fonético-fonológica da configuração de mão na LIBRASpt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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