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dc.contributor.advisorVieira, José Guilherme Silva, 1976-pt_BR
dc.contributor.authorBueno, Eduardo Zoega Salles, 1996-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.date.accessioned2019-10-10T15:46:43Z
dc.date.available2019-10-10T15:46:43Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/63676
dc.descriptionOrientador : José Guilherme Silva Vieirapt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A economia é cíclica, nunca plena e raramente sincronizada geograficamente. Quando um país está no auge do seu ciclo econômico, outro país pode estar em sua pior fase. Após o crescimento, poderão existir períodos de recessão ou estagnação, sendo a quantidade de tempo em cada um dos momentos do ciclo a grande incógnita. Cabe ao governo ou órgão regulador econômico do país condicionar as variáveis necessárias para uma economia longeva e funcional em todos os cenários possíveis. O presente artigo realiza uma análise de cenário macroeconômico da crise brasileira de 2013 a 2017. Com o intuito de compreender o cenário base da economia e interpretar como a crise se traduziu nos mais diversos índices da economia, foi realizada a emulação dos efeitos desta em carteiras teóricas de investimentos. Para tal, leva-se em consideração três classes de ativos: renda fixa, renda variável e fundos de investimento. Nesta análise foi realizada a comparação dos índices, carteiras e ativos brasileiros com os estadunidenses com o intuito de avaliar os resultados dos retornos estimados das carteiras. Com isso, busca-se uma melhor compreensão do dano que a crise causou no Brasil e compará-lo a uma economia madura como os Estados Unidos. Esta pesquisa obteve como resultado uma relação em que, quanto maior a alocação em ativos com menor risco, como os de renda fixa, para o Brasil, melhor o resultado no período. Por outro lado, o extremo oposto foi encontrado na análise do cenário estadunidense: ou seja, quanto maior a alocação em ativos com maior risco, melhores foram os retornos proporcionados. Tais resultados são importantes não só para melhor compreender as variáveis relacionadas a crise brasileira de 2013-2017, como também para munir as instituições econômicas reguladoras do país e os próprios investidores com opções de investimentos mais resilientes durante períodos de prosperidade e crise econômicas.pt_BR
dc.format.extent49 p. : grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCiclos economicospt_BR
dc.subjectCrise economica - Brasilpt_BR
dc.subjectBrasil - Condições econômicaspt_BR
dc.subjectEstados Unidos - Condições econômicaspt_BR
dc.titleCrise brasileira de 2013 a 2017 : uma análise comparativa entre os índices e ativos locais e estadunidensespt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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