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dc.contributor.advisorEngler, Maicon Reus, 1986-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Curso de Especialização em Filosofia da Educaçãopt_BR
dc.creatorSchühli, Luciano Alcindopt_BR
dc.date.accessioned2025-12-18T17:50:27Z
dc.date.available2025-12-18T17:50:27Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99812
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Maicon Reus Englerpt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Curso de Especialização em Filosofia da Educaçãopt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O diálogo Mênon é uma das obras mais lidas de Platão, tendo a educação como tema central. O personagem principal é Sócrates, e seus interlocutores são Mênon, o escravo de Mênon e Ânito. Cada um apresenta uma postura distinta em relação ao aprendizado. Sócrates é o mestre que busca mostrar aos seus ouvintes que suas vidas são baseadas em crenças falsas e pretende guiá-los rumo à verdade. Para isso, ele emprega diferentes abordagens e métodos, conforme a atitude de cada interlocutor. Mênon e Ânito são figuras socialmente proeminentes, com reputações a preservar. Por isso, não demonstram boa disposição ao método de Sócrates, preferindo rivalizar ou se opor a ele. Isso obriga Sócrates a usar a ironia, usar o seu jogo de máscaras, aplicar seu método elêntico. Enquanto isso, o escravo — que nem sequer é nomeado devido à sua insignificância social — é dócil e se deixa conduzir ao conhecimento por Sócrates, por meio do método da maiêutica. Por essa razão, o escravo serve melhor para demonstrar a anamnese. Ânito, Mênon e Sócrates também representam concepções diferentes de educação. Ânito encarna o antigo ideal da kalokagathia, Mênon, discípulo de Górgias, representa a sofística, e Sócrates possui sua própria filosofia educacionalpt_BR
dc.description.abstractAbstract: The Meno dialogue is one of Plato’s most widely read works, with education as its central theme. The main character is Socrates, and his interlocutors are Meno, Meno’s slave, and Anytus. Each presents a distinct stance toward learning. Socrates is the teacher who seeks to show his listeners that their lives are based on false beliefs and aims to guide them toward truth. To do so, he employs different approaches and methods depending on each interlocutor’s attitude. Meno and Anytus are socially prominent figures with reputations to uphold. Therefore, they are not well disposed toward Socrates’ method, choosing instead to rival or oppose him. This compels Socrates to use irony, play his game of masks, and apply his elenctic method. Meanwhile, the slave — who is not even named due to his social insignificance — is docile and allows himself to be led toward knowledge by Socrates through the method of maieutics. For this reason, the slave serves better to demonstrate anamnesis. Anytus, Meno, and Socrates also represent different conceptions of education. Anytus embodies the ancient ideal of kalokagathia, Meno, a disciple of Gorgias, represents sophistry, and Socrates holds his own educational philosophypt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectLiteratura - Filosofiapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectSofistas (Filosofia grega)pt_BR
dc.titleMênon e suas consequências educacionaispt_BR
dc.typeTCC Especialização Digitalpt_BR


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