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dc.contributor.advisorFuck, Marcos Paulo, 1978-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.creatorFagundes, Rodrigo Mellopt_BR
dc.date.accessioned2024-07-26T14:48:02Z
dc.date.available2024-07-26T14:48:02Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/79470
dc.descriptionOrientador: Marcos Paulo Fuckpt_BR
dc.descriptionMonografia(Graduação) - Universidade Federal do Paraná,Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractAo longo da história, a humanidade sofreu diversas crises alimentares. A falta de alimentos chegou a impor limites ao crescimento em algumas regiões. A superação somente veio com consecutivas revoluções agrícolas, passando pelas revoluções modernas até as práticas agrícolas contemporâneas. Em comum, essas transformações incorporaram novas tecnologias e técnicas de plantio, ampliando a produção e atendendo a demanda crescente. A modernização marca uma fase em que o modelo de produção preconizado pelos países centrais assume forma nos países em desenvolvimento e a produção de certas commodities agrícolas passa a ganhar demasiado espaço. Algumas instituições públicas e privadas passam a realizar pesquisas em melhoramento vegetal e a incorporar alterações genéticas como maneira de aumentar a produtividade. Porém, o produtivismo, o qual se cristalizou na sombra da necessidade de ampliação na oferta de alimentos, tornou-se duramente questionável, notadamente a partir dos anos 1980, por agravar a situação ambiental e sociocultural do meio rural. Naquele momento alguns dos envolvidos nas discussões sobre sustentabilidade apontavam as biotecnologias como uma nova alternativa tecnológica, possivelmente capaz de superar alguns problemas não resolvidos pelo padrão agrícola hegemônico. Por outro lado, a Agroecologia, ao representar um enfoque alternativo ao modelo hegemônico, trouxe uma forma de cuidar do ambiente e de praticar agricultura. Uma de suas ramificações são os Sistemas Agroflorestais, no qual a prática agrícola vai muito além ao possibilitar expressiva produtividade e renda para os agricultores, incluindo múltiplas funções florestais. Nesta monografia são analisadas comparativamente as produtividades de alguns cultivas ao longo do tempo no Brasil, de modo a se verificar a ênfase dada à modernização da prática agrícola ao longo das últimas décadas e de se verificar a possibilidade de construção de trajetórias tecnológicas alternativas na agricultura.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectInovações agricolaspt_BR
dc.subjectProdutividade agrícolapt_BR
dc.titleTrajetórias tecnológicas da agricultura : do produtivismo às novas alternativas agroecológicaspt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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