Criação e destruição de postos de trabalho no setor de tecnologia de informação e comunicação no Brasil, 2006/2010
Resumo
Resumo: Os bens e serviços que constituem o setor de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) vêm recebendo cada vez mais espaço na cesta de consumo das famílias e nos projetos de investimentos das empresas. Parte isso se deve a abrangência das inovações neste setor, com implicações para toda economia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cadeia produtiva do setor representa aproximadamente 5% do valor adicionado bruto nacional. Logo, é normal que receba destaque no rol de políticas públicas setoriais, seja nas esferas nacional, estadual e municipal. O suporte ao setor é feito por meio de redução de impostos, implantação de escolas tecnológicas, programas para melhoria do conhecimento no campo das engenharias, entre outros. Com o elevado dinamismo do setor, faz-se necessária qualificação de mão de obra, pois a criação de novas tecnologias ocorre muito rapidamente e sua implantação demanda capacidade de resposta e adaptação às mudanças. Infelizmente a distribuição dessa mão de obra qualificada não ocorre de forma uniforme em todo o território nacional, logo surgem problemas para a definição de onde alocar maiores investimentos em qualificação profissional. Nesse sentido, economias de aglomeração e Arranjos Produtivos Locais (APLs) auxiliam na tomada de decisão sobre onde os investimentos em qualificação são prioritários. Esse trabalho busca avaliar a realocação e a existência de aglomerações regionais da mão de obra no setor de TIC, entre os anos de 2006 e 2010.
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- Ciências Econômicas [2176]