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dc.contributor.advisorVieira, José Guilherme Silva, 1976-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.creatorTakemoto, Mirian Sayuript_BR
dc.date.accessioned2024-07-12T17:35:42Z
dc.date.available2024-07-12T17:35:42Z
dc.date.issued2009pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77862
dc.descriptionOrientador: Jose Guilherme Silva Vieirapt_BR
dc.descriptionMonografia(Graduação) - Universidade Federal do Paraná,Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A estrutura do setor bancário sempre foi objeto das teorias clássicas e keynesiana. Promover a eficiência, a concorrência e o desenvolvimento deste setor tem sido um desafio para os police makers. Nos anos 1980, formulou-se uma nova teoria conhecida como Teoria da Repressão Financeira, elaborada por McKinnon e Shaw. Ela se apoiava na idéia de aproximação da estrutura econômica dos países em desenvolvimento com a dos países desenvolvidos. Para atingir esse objetivo, foi descrito uma série de recomendações que se resumem na liberalização das estruturas econômica e na abertura para a entrada de bens, serviços e capitais externos. O processo de abertura nos países emergentes, de acordo com as recomendações do Banco Mundial, considerava que a entrada de bancos estrangeiros no país catalisaria o processo de liberalização, já que estes teriam maiores condições de atender as novas demandas. Ao decorrer do estudo, a abertura financeira proposta pela Teoria da Repressão Financeira se mostrará insuficiente para conter o cenário de instabilidade internacional e as novas estratégias dos bancos. Devido a isso, a condução e os resultados do setor foram diferentes do que fora proposto. As teorias pós-keynesiana e novo-keynesiana conseguem explicar os fatos que desenrolaram na década de 1990 e 2000, o que não acontece com a teoria de McKinnon. A pós-keynesiana explica como, num ambiente de incerteza, as instabilidades nos diversos países emergentes se propagaram. O risco de falência do novo plano de desenvolvimento se constituíra como o risco sistêmico, contribuindo para um posicionamento em ativos mais líquidos. Para agravar as expectativas negativas, os princípios do Plano Real tendem a engessar os instrumentos de política econômica para diminuir esse risco, o diminui o crescimento potencial. Já a teoria novo-keynesiana proposto por Joseph E. Stigliz se mostra eficiente para explicar o cenário microeconômico, pois demonstra como o mercado financeiro, principalmente o bancário, é imperfeito e avesso ao risco, devido aos problemas de seleção adversa e risco moral. O crescimento da concorrência no setor, como política de expansão creditícia mostrouse insuficiente por razões que se enquadram na teoria de concorrência dinâmica de Schumpeter. As informações que ilustram o debate proposto foram extraídas dos sites do Bacen, de agências de notícias e das principais empresas do setor bancário.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBancos - Crise econômicapt_BR
dc.titleA teoria da repressão financeira e a reestruturação bancária no Brasil pós-90pt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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