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dc.contributor.advisorXiscatti, Luizpt_BR
dc.contributor.authorHidalgo, Maria Theresa Campospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.date.accessioned2022-05-26T18:26:42Z
dc.date.available2022-05-26T18:26:42Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/76016
dc.descriptionOrientador: Luiz Xiscattipt_BR
dc.descriptionMonografia(Graduação) - Universidade Federal do Paraná,Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Primeiramente, serão revistas as bases econômicas que foram vigentes no Brasil nos anos anteriores à ocorrência da abertura comercial na década de 90. A primeira grande base foi a primário-exportadora que tornou o país especializado na produção de bens primários destinados a exportação, em atendimento à demanda dos países europeus. Após sucessivas guerras e desequilíbrios externos o Brasil, nesta época muito dependente do mercado externo, passa por uma grave desaceleração da economia. Com isso. a industrialização tornou-se uma saída para devolver à vitalidade econômica do país. Esta dinâmica de desenvolvimento da indústria local apareceu, principalmente, com vistas a produção para a substituição das importações. Neste período, o governo tinha papel fundamental como interventor e protetor da economia, impondo barreiras tarifárias e não-tarifarias sobre as importações para que a aplicação deste modelo fosse viável, o que forneceu ao país um elevado grau de autonomia. Já no início dos anos 90, no então governo Collor, foi feito um programa de redução e/ou eliminação de algumas das barreiras sobre as importações objetivando, principalmente, a inserção do país no mundo globalizado. Este fato obrigou os empresários a lidar com uma concorrência nunca antes encarada. O aumento da concorrência obrigou os empresários a buscar novas formas de organização dos processos com a finalidade de incorporar competitividade e eficiência à produção para então permanecer no mercado brasileiro. Uma destas formas de organização dos negócios utilizadas pelos empresários foi a terceirização de atividades. A terceirização passa a ser utilizada como forma de proporcionar flexibilidade aos empresários. O empresário passaria a concentrar esforços e recursos na atividade principal da empresa, deixando a cargo de outras empresas especializadas, que se tornam parceiras, a execução das tarefas que não são o foco central da empresa contratante. A terceirização passa então a ser vista como uma arma que proporciona melhoria de qualidade e preços atendendo aos interesses de empresários que querem tornar-se mais competitivos em um ambiente de intensa concorrência.pt_BR
dc.format.extent39 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTerceirizaçãopt_BR
dc.subjectBrasil - Politica comercialpt_BR
dc.titleA abertura comercial do Brasil nos anos 90 e sua relação com a terceirização de atividadespt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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