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    Impacto das reformas ocorridas no sistema financeiro moçambicano na década de noventa

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    SEBASTIAO-MARCOS-MABOTE-JUNIOR.pdf (4.187Mb)
    Data
    2004
    Autor
    Mabote Júnior, Sebastiao Marcos
    Metadata
    Mostrar registro completo
    Resumo
    Resumo: As jornadas de trabalho despendidas na elaboração do presente texto, foram preenchidas por pesquisas que se direcionaram aos impactos das reformas ocorridas no Sistema Financeiro Moçambicano, durante a década de noventa. Tal período foi marcado por uma reestruturação econômica e social do país, sendo que se deu a abertura da sua economia. Em conseqüência disto, vários segmentos da economia foram afetados, sendo que ficaram mais expostos e vulneráveis à competitividade externa. No entanto, um dos segmentos afetados pela abertura da economia, foi o setor financeiro. Aqui, ocorreu a desestatização de alguns bancos, diante de um processo de privatizações bancárias, assim como se pôde assistir a entrada de novos operadores no mercado bancário, tornando o setor bancário misto e mais competitivo. Isso proporcionou um aumento do leque de produtos e serviços a disposição dos agentes econômicos. A par dessas transformações ocorridas no sistema financeiro moçambicano, coube às autoridades governamentais intervirem no sistema, impondo novas legislações e regulamentações, visando torná-lo mais eficiente e menos sujeito a riscos sistêmicos. Entretanto, ao serem apurados os impactos das reformas ocorridas no Sistema Financeiro Moçambicano, de acordo com a classificação de sistemas financeiros adotada por Carvalho et al, constatou-se que o sistema em causa tornou-se segmentado (não obstante prevalecerem alguns bancos do tipo universal), sendo o crédito a principal forma de financiamento. Diante dessas modificações ocorridas na estrutura do sistema, atualmente há falta de cobertura de serviços financeiros nas regiões rurais de Moçambique. Isto se torna um problema relevante para a sociedade Moçambicana, uma vez que 80 % dela se encontra concentrada nessas regiões, dos quais 69 % sobrevive num mundo de pobreza absoluta e não tem acesso aos canais formais de crédito. Daí surge à importância do papel a ser desempenhado pelas instituições de micro-finanças (sobretudo de micro-crédito) na concessão de crédito para essa parcela populacional marginalizada da sociedade. Nos dias de hoje, essas instituições encontram-se numa fase de arranque, sendo que vêem contando com o apoio financeiro e técnico das ONG's.
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/74874
    Collections
    • Ciências Econômicas [2176]

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