Show simple item record

dc.contributor.advisorPupo, Yasmine Mendes, 1986-pt_BR
dc.contributor.otherLima, Antonio Adilson Soares de, 1968-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Odontologiapt_BR
dc.creatorLacerda, William Fernandespt_BR
dc.date.accessioned2024-02-22T14:53:07Z
dc.date.available2024-02-22T14:53:07Z
dc.date.issued2021pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/73444
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Yasmine Mendes Pupopt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Antonio Adilson Soares de Limapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia. Defesa : Curitiba, 31/08/2021pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 61-63pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Clínicas Odontológicaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O acesso vestibular no tratamento endodôntico, quando comparado ao acesso tradicional pela face lingual dos dentes, nos permite um menor desgaste de estrutura dentária quando combinado com o preparo protético. Ainda é escasso na literatura trabalhos que avaliam a resistência de dentes com acesso vestibular, assim como sua influência na coloração do remanescente dentário. Os objetivos desse trabalho foram de comparar o acesso vestibular e o acesso lingual no tratamento endodôntico para dentes que receberão facetas em resina composta no quesito resistência à fratura e alteração de cor. Desta forma, foi avaliado se a utilização de pinos de fibra de vidro, associado ao acesso vestibular, aumenta a resistência dos dentes em questão, além de mensurar a possível alteração de cor causada pelo tratamento. Métodos: 60 incisivos inferiores com tamanhos de coroa e canais radiculares similares, foram tratados endodonticamente com duas abordagens de acesso coronário diferentes, 30 com acesso lingual (convencional) e 30 com acesso vestibular. Dentro de cada grupo metade dos dentes receberam pinos de fibra de vidro cimentados com cimento resinoso e a outra metade foi preenchida somente com cimento resinoso core. Os dentes foram preparados e receberam facetas em resina composta. A coloração na face vestibular foi aferida nos três terços no sentido cervico-incisal em dois momentos da pesquisa: antes do tratamento endodôntico e após a cimentação das facetas com auxílio de um Espectrofotômetro VitaEasyshade V® (Vita) e descrita com a fórmula de ??????com os parâmetros de L*a*b*. Os dentes foram submetidos à teste de resistência à fratura em uma Máquina Universal de testes (EMIC) com carga compressiva de 500 Kgf à 1 mm/min até que ocorresse a fratura, as quais foram classificadas em catastrófica ou não-catastrófica. Os dados obtidos foram analisados pelo software GraphPad Prism 7 (OSB Sofware). Os resultados referentes à coloração foram analisados com os testes de ANOVA para medidas repetidas e teste não-paramétrico de Friedman, já aqueles obtidos no teste de compressão foram analisados pelo teste de Kruskal- Wallis. Resultados: Os dentes que apresentaram maior alteração de cor, estavam nos grupos que foram feitos acessos vestibulares, porém só foi determinada diferença estatisticamente significante no terço incisal (p=0,013). Não houve diferença estatística na resistência à fratura dos dentes testados (p=0,113). Fraturas catastróficas ocorreram predominantemente nos dentes com pino de fibra e acesso lingual. Conclusão: O acesso vestibular não afetou negativamente à resistência à fratura de incisivos inferiores. Os resultados encontrados foram superiores às forças mastigatórias na região anterior e a mínima alteração de cor encontrada nos grupos com acesso vestibular pode ser amenizada com a peça protética. Significância Clínica: O uso do acesso vestibular traz benefícios à estrutura dentária remanescente, preservando maior tecido dentário para tratamentos futuros e até mesmo evitando falhas irreparáveis.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The buccal access in endodontic treatment, when compared to the traditional access through the lingual aspect of the teeth, allows less wear on the tooth structure when combined with the prosthetic preparation. Studies evaluating the resistance of teeth with vestibular access, as well as its influence on the color of the remaining tooth, are still scarce in the literature. The objectives of this study were to compare the buccal access and the lingual access in the endodontic treatment for teeth that will receive composite resin veneers in terms of fracture resistance and color change. Thus, it was evaluated whether the use of fiberglass posts, associated with the vestibular access, increases the resistance of the teeth in question, in addition to measuring the possible change in color caused by the treatment. Methods: 60 mandibular incisors with similar crown sizes and root canals were endodontically treated with two different coronary access approaches, 30 with lingual access (conventional) and 30 with buccal access. Within each group, half of the teeth received fiberglass posts cemented with resin cement and the other half was filled only with core resin cement. Teeth were prepared and veneered in composite resin. The coloration on the buccal face was measured in three thirds in the cervico-incisal direction at two moments of the research: before the endodontic treatment and after the cementation of the veneers with the aid of a VitaEasyshade V® (Vita) Spectrophotometer and described with the formula of ?E with the L*a*b* parameters. The teeth were submitted to fracture resistance test in a Universal Testing Machine (EMIC) with a compressive load of 500 Kgf at 1 mm/min until fracture occurred, which were classified as catastrophic or non-catastrophic. The data obtained were analyzed using the GraphPad Prism 7 software (OSB Software). The results related to color were analyzed using ANOVA tests for repeated measures and Friedman's non-parametric test, whereas those obtained in the compression test were analyzed using the Kruskal-Wallis test. Results: The teeth that showed the greatest change in color were in the groups that had vestibular access, but a statistically significant difference was only determined in the incisal third (p=0.013). There was no statistical difference in the fracture resistance of the tested teeth (p=0.113). Catastrophic fractures occurred predominantly in teeth with a fiber pin and lingual access. Conclusion: The buccal access did not negatively affect the fracture resistance of lower incisors. The results found were superior to the masticatory forces in the anterior region and the minimum change in color found in the groups with vestibular access can be alleviated with the prosthetic piece. Clinical Significance: The use of vestibular access brings benefits to the remaining tooth structure, preserving larger tooth tissue for future treatments and even preventing irreparable failures.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEndodontiapt_BR
dc.subjectEspectrofotometriapt_BR
dc.subjectIncisivos (Dentes)pt_BR
dc.subjectOdontologiapt_BR
dc.titleInfluência do acesso endodôntico na resistência à fratura e alteração de cor de incisivos inferiores reabilitados com facetas semidiretaspt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record