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dc.contributor.advisorFoltran, Maria José Gnatta Dalcuche, 1954-pt_BR
dc.contributor.authorConto, Luana de, 1988-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2019-03-11T11:57:39Z
dc.date.available2019-03-11T11:57:39Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/58936
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Maria José Foltranpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa : Curitiba, 24/11/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.103-107pt_BR
dc.description.abstractResumo: Este trabalho analisa a interpretação de sentenças copulares com concordância não marcada, buscando explicar por que essas sentenças são associadas a uma leitura de situação que se distingue da leitura das sentenças copulares com concordância regular. O objeto de análise inclui sentenças em que o adjetivo predicativo ocorre na forma não marcada para gênero e para número e o verbo se mantém na terceira pessoa do singular, como (1) "Criança é complicado", em oposição a sentenças em que a concordância se dá normalmente e ocorrem as marcas de número e gênero quando houver um sujeito com os traços pertinentes, a exemplo de (2) "Criança é complicada". Defendemos que nas sentenças do fenômeno descrito em (1) ocorrem apenas adjetivos avaliativos, devido à natureza subjetiva da construção. A partir de testes com sentenças julgadas por introspecção, mostramos que esses adjetivos são avaliativos porque não têm uma denotação fixa, desencadeiam desacordo sem erro e continuam vagos mesmo diante da saturação do grau do predicado. Mostramos a partir de adjetivos participiais que é importante para a construção que o predicado disponha de um argumento experienciador. Defendemos também que as sentenças do tipo (1) são sentenças genéricas e envolvem a instanciação de um nome de espécie em uma situação (s). No caso das sentenças com concordância não marcada, a leitura de situação se deve ao fato de que a predicação se aplica à situação s que instancia os indivíduos da espécie e não aos indivíduos instanciados. Na concordância regular, por sua vez, são os indivíduos instanciados que recebem a predicação. Como consequência dessa análise, observamos que essas sentenças recebem uma interpretação semântica que se assemelha a sentenças habituais. Assim como sentenças habituais triviais indicam uma generalização baseada na recorrência de predicados episódicos, apontamos que as sentenças com predicados de experiência como os que ocorrem na construção não marcada indicam uma generalização baseada em situações recorrentes da aplicação do adjetivo avaliativo. Concluímos, então, que as sentenças com concordância não marcada são genéricas, com propriedades habituais, e ocorrem com predicados avaliativos. Palavras-chave: Adjetivos avaliativos. Sentenças copulares. Concordância. Semântica. Genericidade. Predicados subjetivos.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This study discusses the interpretation usually associated to copular sentences with unmarked agreement, pursuing an explanation to why these sentences receive a situation reading different from the reading attributed to copular sentences with regular agreement. Our object in this study concerns sentences in which the adjective bears no mark for gender neither for number, represented by sentences like (1) "Criança é complicado", in opposition to sentences in which agreement occurs regularly, with marks for gender and number whenever there is a subject with the relevant features, as in (2) "Criança é complicada". The verb is presented always in the third person singular form. We argue that sentences like (1) are compatible with evaluative adjectives only, due to the subjective nature of this construction. Following a series of introspective tests, we show that these adjectives are evaluative for a fact, since they do not have a fixed denotation, they trigger faultless disagreement and they remain vague even when the degree of the predicate is saturated. We also analyze participle adjectives of the type -ado and -nte, and show that the predicate must have an experiencer argument in order for the unmarked forms to be licensed. We still argue that sentences like (1) are generic sentences and that they require the instantiation of a kind in a situation (s). For sentences with unmarked agreement, the situation reading must come from the fact that predication is applied to that situation s which instantiates the kind individuals and not to the instantiated individuals themselves. For sentences with regular agreement, on their side, predication applies to the instantiated individuals. As a consequence, we conclude that these sentences, both with unmarked and regular agreement, get a semantic interpretation which is similar to habitual sentences. Just like regular habitual sentences offer a generalization over the iteration of episodic predicates, sentences with experience predicates like these mean a generalization over the iteration of previous experiences in which the evaluation of the adjective was verified. We finally conclude that copular sentences with unmarked agreement are generic sentences with habitual properties, and that they are compatible with evaluative predicates only. Keywords: Evaluative adjectives. Copular sentences. Agreement. Semantics. Genericity. Subjective predicates.pt_BR
dc.format.extent109 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectLíngua portuguesa - Gramáticapt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.subjectAdjetivopt_BR
dc.subjectSemanticapt_BR
dc.titleTese é complicado : a leitura de situação em sentenças copulares com concordância não marcadapt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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