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dc.contributor.authorRocha, Sueli Moreirapt_BR
dc.contributor.otherGonçalves, Camila Siqueira Gouvêa Acostapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná.Setor de Educação. Curso de Especialização em Coordenação Pedagógicapt_BR
dc.date.accessioned2020-01-09T15:44:41Z
dc.date.available2020-01-09T15:44:41Z
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/53987
dc.descriptionOrientadora : Camila Siqueira Gouvêa Acosta Gonçalvespt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Curso de Especialização em Coordenação Pedagógicapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A Educação Inclusiva vem sendo implementada na rede regular de ensino especialmente após a promulgação da Constituição de 1988, mas, apesar da enorme quantidade de leis, decretos e portarias regulamentando a modalidade, infelizmente, ainda não está atendendo os alunos especiais de forma eficaz e satisfatória. A falta de especialização dos profissionais da educação aliado às dificuldades nas adaptações de infraestrutura e pedagógicas tem comprometido o resultado da política de inclusão adotada pelo sistema educacional brasileiro, para garantir o direito dos alunos especiais não apenas para se matricular na rede regular de ensino, mas, principalmente, para serem acolhidos e integrados à comunidade escolar de forma respeitosa e digna, garantindo a eles o direito a uma educação de qualidade para que possam, apesar de suas dificuldades e limitações, alcançar êxito em sua vida pessoal e profissional. Como profissional especializada em educação especial, escolhemos o caso de uma aluna portadora de paralisia cerebral, com consequências bastante severas, matriculada em uma turma do ensino fundamental em uma escola da rede pública de ensino em uma das cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Com esse trabalho, desejamos chamar a atenção para o processo de acolhimento nas turmas do ensino regular, onde, além das dificuldades inerentes às suas limitações físicas e, em alguns casos, intelectuais, ainda têm de conviver com a intolerância e má vontade por parte de outros alunos e, especialmente, dos profissionais que deveriam facilitar o processo de inclusão no ambiente escolar.pt_BR
dc.format.extent37 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectEducação especialpt_BR
dc.titleSituações de inclusão escolar no atendimento educacional especializado : estudo de casopt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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