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dc.contributor.advisorChueiri, Vera Karam de, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.creatorCursino, Felipe Tenório Sampaiopt_BR
dc.date.accessioned2025-12-29T16:24:41Z
dc.date.available2025-12-29T16:24:41Z
dc.date.issued2007pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/30759
dc.descriptionOrientador: Vera Karam de Chueiript_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente monografia pretende repensar o discurso do direito a partir do seu compromisso com a democracia. Dessa maneira, deve-se partir da noção de que o direito tradicionalmente é utilizado como meio para acabar os conflitos existentes na sociedade e, para tanto, traduz-se na gramática do constitucionalismo, o qual se mostra, muitas vezes anacrónica e incapaz de responder a pluralidade presente na sociedade. É o que se pode caracterizar de constitucionalismo apaziguado. A alternativa aqui trabalhada visa rediscutir esse modelo. Um passo importante é o resgate da noção de político para o que o trabalho de Chantal Mouffe se apresenta de grande relevância. Ela se vale da teoria do discurso para analisar todas as relações presentes no meio social. Há nesta perspectiva a possibilidade de reconhecimento de diversas demandas, através de uma contínua construção de um sujeito hegemónico, de caráter sempre incompleto. Nessa abertura (do sujeito), e para sua própria constituição, está uma categoria vital para a teoria do discurso, a do antagonismo. O outro impede o sujeito de se fechar em uma totalidade e constitui o próprio limite do sujeito dentro do discurso, reforçando da ideia de instabilidade dessas "subject positions" e de sua contínua construção através de práticas hegemónicas. Essa noção de sujeito e do adversário permite que se abra novamente o campo da política, que haja um resgate da filosofia política (Claude Lefori), no sentido de permitir um espaço sempre aberto à crítica e á participação. Permite a inserção das paixões (ou esperanças) entre os motivos para a participação do indivíduo (além dos interesses e a razão) e constata no âmbito democrático um terreno altamente mutável, de inafastável conflito, em que (e possivelmente somente aqui) o plural pode ser reconhecido.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDemocraciapt_BR
dc.subjectRadicalismopt_BR
dc.subjectConstitucionalismopt_BR
dc.subjectPoliticospt_BR
dc.titleDemocracia radical : um caminho para longe do constitucionalismo apaziguadopt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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