| dc.contributor.advisor | Macedo, Rogério Barbosa | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Curso de Especialização em Educação do Campo e Agricultura Familiar Camponesa | pt_BR |
| dc.creator | Cordeiro, Maribel Canali | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-05-22T11:43:38Z | |
| dc.date.available | 2026-05-22T11:43:38Z | |
| dc.date.issued | 2007 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1884/105217 | |
| dc.description | Orientador: Profº Ms. Rogério Macedo Barbosa | pt_BR |
| dc.description | Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Educação do Campo e Agricultura Familiar e Camponesa | pt_BR |
| dc.description | Inclui referências | pt_BR |
| dc.description.abstract | Resumo: Este trabalho diz respeito aos desafios da educação não formal no acampamento Emiliano Zapata em Ponta Grossa- Pr. Nesta investigação tivemos três objetivos: Entender quais são as estratégias de educação não formal no MST com vistas a consolidação do modelo agroecológico; compreender o papel que os espaços de educação não formal têm tido na adoção de modelos de produção agroecológicos no MST -PR; elaborar subsídios que possam orientar novas ações de educação não formal no acampamento Emiliano Zapata. O trabalho foi conduzido pelas cinco etapas da metodologia da problematização pelo Arco de Maguerez. Depois da primeira etapa da Observação da Realidade levantamos o problema: de que maneira os espaços de educação não formal, criados pelo MST em seus acampamentos, podem assumir um caráter educativo mediante a intencionalidade de se implantar um modelo agroecológico? Na segunda etapa após uma reflexão sobre o problema elegemos três pontos chaves que orientaram a fase de Teorização. Para o MST a educação nunca está dissociada de um projeto político, de um projeto de ser humano .Verificou-se que a concepção de Educação do campo é construída a partir de um processo de luta social, de reflexão coletiva e de práticas educativas coladas às lutas dos movimentos sociais do campo. Articulada a luta pela terra, constrói-se no campo a luta pelo direito a uma educação assumida como direito dos trabalhadores do campo ,construída com e não para os sujeitos do campo. Verificou-se que a agroecologia faz parte dessa nova concepção de campo e que o MST pensa a agroecologia como uma forma concreta de organizar a produção, e de a partir dela se contrapor ao modelo de agricultura difundido pelo agronegócio. Verificou-se tambem que a visão dos moradores do acampamento sobre agroecologia se traduz entre outros no conceito de produção sem agrotóxicos, de preservação ambiental e de alimentos mais saudáveis. Na etapa de hipóteses demos sugestões de como tornar os espaços de educação não formal no acampamento mais educativos. A etapa de aplicação à realidade mostrou quais ações que assumimos de transformação da realidade. Este trabalho se traduziu em oportunidade de construir conhecimento na área de educação a respeito de um movimento social | pt_BR |
| dc.format.extent | 1 recurso online : PDF. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.subject | Ecologia agrícola | pt_BR |
| dc.subject | MST - Manifestações - Paraná | pt_BR |
| dc.subject | Acampamentos | pt_BR |
| dc.subject | Educação não formal | pt_BR |
| dc.title | Os desafios da educação não formal no acampamento Emiliano Zapata em Ponta Grossa-PR | pt_BR |
| dc.type | TCC Especialização Digital | pt_BR |