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dc.contributor.advisorMoura, Mauricio Osvaldo, 1969-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.creatorHamann, Matheus Henriquept_BR
dc.date.accessioned2026-02-04T00:43:25Z
dc.date.available2026-02-04T00:43:25Z
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/100730
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Mauricio Osvaldo Mourapt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Espécies com grandes distribuições geográficas como Sarconesia chlorogaster (Wied.) têm populações expostas a diferentes condições ambientais ao longo de sua área de ocorrência. Devido a tal variabilidade, os indivíduos podem responder a essas variações durante sua ontogênese, resultando em mudanças no seu fenótipo, que alteram seu valor adaptativo nesse ambiente. A temperatura é um fator capaz de realizar essas mudanças e, no caso de dípteros, elas podem ser observadas na variação da forma e do tamanho de suas asas. Métodos baseados em Morfometria Geométrica conseguem comparar marcos anatômicos nessas estruturas, capturando com eficiência quaisquer modificações entre diferentes grupos. Por isso, neste estudo tivemos como objetivo investigar como a forma e o tamanho alar variam em função da temperatura, ou ainda do sexo, elucidando descontinuidades morfológicas e propondo explicações. Fotografamos 277 asas direitas de uma população de Curitiba de S. chlorogaster onde os indivíduos foram sujeitos à tratamentos de 10°, 15°, 20° e 25°C durante seu desenvolvimento, fizemos a marcação de 18 marcos anatômicos em cada uma e removemos efeitos de posição, escala e orientação das coordenadas, submetendo as variáveis de forma e tamanho resultantes à modelagem estatística, PCA, LDA e testes de comparação de médias. O tamanho alar responde de maneira significativa aos tratamentos, sendo a direção e magnitude de resposta semelhante entre os sexos. No geral, os indivíduos que se desenvolveram no regime de 15°C possuem o maior tamanho, enquanto os que se desenvolveram no regime de 10°C tem os menores tamanhos. Já a forma da asa varia significativamente em função do sexo, com fêmeas e machos apresentando diferentes respostas para os tratamentos intermediários de 15° a 25°C, mas respondendo igualmente para o regime mais extremo de 10°C. Fêmeas possuem variação morfológica maior do que os machos, mostrando maior plasticidadept_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFenótipopt_BR
dc.subjectMorfologia (Biologia)pt_BR
dc.subjectDimorfismo sexual (Animais)pt_BR
dc.subjectAnálise multivariadapt_BR
dc.titleVariação morfológica em Sarconesia chlorogaster (Wiedemann, 1830) (Diptera: Calliphoridae) : uma abordagem por morfometria geométricapt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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