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    Variação morfológica em Sarconesia chlorogaster (Wiedemann, 1830) (Diptera: Calliphoridae) : uma abordagem por morfometria geométrica

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    R_G_MATHEUS_HENRIQUE_HAMANN.pdf (7.103Mb)
    Data
    2024
    Autor
    Hamann, Matheus Henrique
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Espécies com grandes distribuições geográficas como Sarconesia chlorogaster (Wied.) têm populações expostas a diferentes condições ambientais ao longo de sua área de ocorrência. Devido a tal variabilidade, os indivíduos podem responder a essas variações durante sua ontogênese, resultando em mudanças no seu fenótipo, que alteram seu valor adaptativo nesse ambiente. A temperatura é um fator capaz de realizar essas mudanças e, no caso de dípteros, elas podem ser observadas na variação da forma e do tamanho de suas asas. Métodos baseados em Morfometria Geométrica conseguem comparar marcos anatômicos nessas estruturas, capturando com eficiência quaisquer modificações entre diferentes grupos. Por isso, neste estudo tivemos como objetivo investigar como a forma e o tamanho alar variam em função da temperatura, ou ainda do sexo, elucidando descontinuidades morfológicas e propondo explicações. Fotografamos 277 asas direitas de uma população de Curitiba de S. chlorogaster onde os indivíduos foram sujeitos à tratamentos de 10°, 15°, 20° e 25°C durante seu desenvolvimento, fizemos a marcação de 18 marcos anatômicos em cada uma e removemos efeitos de posição, escala e orientação das coordenadas, submetendo as variáveis de forma e tamanho resultantes à modelagem estatística, PCA, LDA e testes de comparação de médias. O tamanho alar responde de maneira significativa aos tratamentos, sendo a direção e magnitude de resposta semelhante entre os sexos. No geral, os indivíduos que se desenvolveram no regime de 15°C possuem o maior tamanho, enquanto os que se desenvolveram no regime de 10°C tem os menores tamanhos. Já a forma da asa varia significativamente em função do sexo, com fêmeas e machos apresentando diferentes respostas para os tratamentos intermediários de 15° a 25°C, mas respondendo igualmente para o regime mais extremo de 10°C. Fêmeas possuem variação morfológica maior do que os machos, mostrando maior plasticidade
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/100730
    Collections
    • Bacharelado [1304]

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