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dc.contributor.advisorKroetz, Maria Candida Pires Vieira do Amaralpt_BR
dc.contributor.authorFerreira, Julia Emanuele, 1997-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2020-07-31T18:56:22Z
dc.date.available2020-07-31T18:56:22Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/67813
dc.descriptionOrientador : Profa. Dra Maria Cândida Pires Vieira do Amaral Kroetzpt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A Constituição Federal da República prevê em seu artigo 5º, inciso XXXV, o princípio do acesso à justiça, o qual deve ser viabilizado de diferentes formas pelo Estado, que deverá promover meios adequados de resolução de conflito. Assim, o que se propõe para a garantia do princípio constitucional de acesso à justiça, é a implementação de Políticas Públicas que promovam o adequado tratamento de conflitos, com vistas à promoção de meios autocompositivos. Dentre eles está a mediação, a qual é uma das maneiras que se prestam a resolver litígios, inclusive as disputas familiares, as quais precisam de especial atenção, haja vista suas peculiaridades. Desta forma, a mediação trata-se de um meio que permite atender tais conflitos. Assim, a partir deste meio autocompositivo, surgem diferentes modelos teóricos que se prestam a apresentar técnicas e ferramentas para o tratamento de controvérsias. Neste sentido o presente trabalho se propôs a apresentar estes modelos teóricos, bem como expor a mediação ecossistêmica, a qual entendeu-se como o modelo adequado para a resolução de conflitos familiares, which was understood as the appropriate model for the resolution of family conflicts.pt_BR
dc.description.abstractAbstracts: The Federal Constitution of the Republic provides in its article 5, item XXXV, the principle of access to justice, which must be made possible in different ways by the State, which should promote adequate means of conflict resolution. Thus, what is proposed to guarantee the constitutional principle of access to justice is the implementation of Public Policies that promote the adequate treatment of conflicts, with a view to the promotion of self-compositive means. These include mediation, which is one of the ways in which disputes are resolved, including family disputes, which need special attention given their peculiarities. Thus, mediation is a means to address such conflicts. Thus, from this self-compositive medium, different theoretical models emerge that lend themselves to presenting techniques and tools for the treatment of controversies. In this sense the present work proposed to present these theoretical models, as well as to expose the ecosystem mediation.pt_BR
dc.format.extent1 arquivo ( 55 p.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAcesso à justiçapt_BR
dc.subjectConflito interpessoalpt_BR
dc.subjectMediação (Direito)pt_BR
dc.subjectArbitragem (Direito)pt_BR
dc.subjectConciliação (Processo civil)pt_BR
dc.subjectDireito civilpt_BR
dc.titleA mediação ecossistêmica como forma de resolução de conflitos familiarespt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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