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dc.contributor.advisorChueiri, Vera Karam dept_BR
dc.contributor.authorHillani, Allan Mohamadpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2015-04-14T22:12:12Z
dc.date.available2015-04-14T22:12:12Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/37546
dc.descriptionOrientador: Vera Karam de Chueiript_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.description.abstractResumo: Qual é a relação entre o direito e a política? Essa é a questão fundamental subjacente ao direito de resistência, isto é, a possibilidade de se insurgir contra um governo com base em um direito. Ele não pode ser entendido nem somente como um "direito" (que tem condições de exercício e limitações contra "abusos"), nem como mera "resistência" (como prática política sem aparente cunho jurídico). Por essa razão, devemos retornar ao conceito de política e compreendermos sua relação com a ordem estabelecida. A política é a contingência presente em toda ordem e as tecnologias de controle desenvolvidas atualmente (como o estado de exceção) revelam seu principal objetivo: evitar, antever a contingência - e, se necessário, reprimi-la nos seus efeitos - para garantir esta ordem. É então na luta entre o controle e a resistência (e a eterna possibilidade de a resistência exceder o controle) que surge o direito de resistência, colocando o conflito em termos jurídicos ao mesmo tempo em que evidencia sua face essencialmente políticapt_BR
dc.format.extent127 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectResistencia ao governopt_BR
dc.subjectCiência políticapt_BR
dc.titlePolítica em tempos de exceção : para uma crítica do direito de resistênciapt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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