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dc.contributor.authorSantos, Thiago Moreira dospt_BR
dc.contributor.otherGiamberardino, Andre Ribeiropt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Juridicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2013-07-12T11:56:15Z
dc.date.available2013-07-12T11:56:15Z
dc.date.issued2013-07-12
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/31431
dc.description.abstractO controle da criminalidade sempre foi uma das grandes preocupações da humanidade. Desde tempos imemoriais a punição é reinventada buscando dar efetividade ao sonho de uma sociedade livre do crime. Buscando o atingimento desta meta quase utópica, elencamos a pena privativa de liberdade como o instrumento hábil para tanto. Porém, ela não representa um fim em si, mas sim uma veiculadora de outras ações que, ao menos em teoria, atingiram aquela finalidade. A partir desta ótica utilitarista da pena, realizamos um estudo dos dois sistemas prisionais existentes no Brasil: o sistema estadual, pautado no ideal de uma pena que pode promover a recuperação do recluso; e o sistema federal, que tem como principal finalidade o isolamento dos criminosos que representam uma ameaça maior à incolumidade pública. Entretanto, é importante ressaltar que este estudo não objetiva, de forma alguma, exaurir o tema das prisões, ou mesmo da punição, mas sim apontar as ambiguidades e antinomias que permeiam os dois sistemas prisionais em vigência no paíspt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPrisões - Brasilpt_BR
dc.titleA ambiguidade da pena de prisão nos sistemas penitenciários Federal e Estadualpt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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