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dc.contributor.authorPires, Roberta de Biasiopt_BR
dc.contributor.otherWaldraff, Celio Horstpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Juridicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2013-07-01T12:49:50Z
dc.date.available2013-07-01T12:49:50Z
dc.date.issued2013-07-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30688
dc.description.abstractO presente trabalho analisa as conseqüências da ausência de sucessão trabalhista na falência, instituída pela lei falimentar, em vigor desde 2005. Para tanto,parte-se da análise do instituto da sucessão em vários ramos do direito. Em seguido,passa-se à análise da sucessão trabalhista no antigo decreto-lei nº 7.661/1945 e na atual lei nº. 11.101/2005,com o intuito de se estabelecer um paralelo entre o instituto da sucessão em ambos diplomas. A constitucionalidade do artigo que institui a ausência de sucessão é questionada,assim como é questionado o argumento da manutenção da atividade produtiva,muito utilizado pelos defensores do novo diploma. (104)Em um último momento,as vantagens e desvantagens desse novo sistema são analisadas, e um modelo já utilizado nos países da Comunidade Européia é apresentado como sugestão para a solução do problema pátrio.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDireito privadopt_BR
dc.subjectNegocio fiduciariopt_BR
dc.subjectFalenciapt_BR
dc.titleA alienação da empresa falida e o fim da sucessão trabalhista na nova lei de falênciaspt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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