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dc.contributor.advisorAguiar, Lucas de Moraes, 1979-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.creatorSantos, Camilla Freitas Cirilo dospt_BR
dc.date.accessioned2025-12-18T21:10:44Z
dc.date.available2025-12-18T21:10:44Z
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99821
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Lucas M. Aguiarpt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O infanticídio é um comportamento amplamente difundido entre os mamíferos, que ocorre de forma generalizada e sem uma explicação unitária. Esse comportamento pode desempenhar papéis ecológicos relevantes para além da interação predador presa, como por exemplo a delimitação de habitat, e também pode resultar em ganhos adaptativos para os indivíduos que o praticam. O objetivo deste trabalho foi investigar a ocorrência do infanticídio em táxons internos à Classe Mammalia, tanto em vida livre quanto em cativeiro, por meio de uma revisão bibliográfica. Os casos foram caracterizados considerando os táxons envolvidos (ordem, família, gênero e espécie), a relação parental entre perpetrador e vítima, o sexo do perpetrador e as explicações causais sugeridas. A busca resultou em 158 relatos de infanticídio documentados em 153 artigos publicados entre 1974 e 2021. Os relatos abrangeram sete ordens, 25 famílias, 49 gêneros e 173 espécies de mamíferos. A Ordem Primates apresentou o maior número de relatos (n=158; 62,6%), com destaque para a família Cercopithecidae (29,5%) e destaque também do gênero Mus (10%). Para reduzir o viés de observação de primatas não humanos em vida livre no continente africano, foi realizada uma normalização dos dados, considerando o número de vítimas e o tempo, em meses, de cada estudo que continha esta informação. Após a normalização, a Ordem Lagomorpha apresentou a maior taxa de infanticídio, seguida pela família Phocidae e pelo gênero Haliochoerus, contrastando com os táxons mais frequentemente relatados na literatura. Quanto às demais categorias analisadas, os machos foram identificados como os principais perpetradores do comportamento (74%) e havendo registro de consumo da vítima em 18,5% dos casos. A explicação causal mais atribuída ao comportamento foi a hipótese da estratégia sexual, presente em 59,4% dos relatos. Os resultados fornecem um panorama abrangente sobre as especificidades do infanticídio em diversos táxons da Classe Mammalia e esses achados são particularmente relevantes para populações naturalmente infanticidas localizadas em habitats fragmentados, onde alterações populacionais ao longo do tempo podem representar um fator agravante, especialmente para o manejo de espécies ameaçadas de extinçãopt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAgressãopt_BR
dc.subjectConflito (Psicologia)pt_BR
dc.subjectInfanticidio - Brasilpt_BR
dc.subjectMamifero - Brasilpt_BR
dc.titleInfanticídio em mamíferos : quem faz, como e por quê?pt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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