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dc.contributor.advisorDi Domenico, Maikon, 1980-pt_BR
dc.contributor.otherPires, Estela, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.creatorValério, Giovanna dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2025-12-17T20:09:34Z
dc.date.available2025-12-17T20:09:34Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99798
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Maikon Di Domenicopt_BR
dc.descriptionCoorientador: Msc. Estela Pirespt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : As mudanças climáticas causam alterações de temperatura e outros fatores ambientais nos ecossistemas costeiros, como os costões rochosos. Os anelídeos marinhos são alguns dos muitos invertebrados que habitam estes ambientes. Devido à sua alta capacidade regenerativa podem ser organismos importantes para os estudos da biologia evolutiva e regeneração. Contudo, estudos que relacionam os efeitos das mudanças climáticas nesse processo ainda são escassos. O presente trabalho avaliou a regeneração anterior do orbinídeo Theodisca aurantiaca coletado na Bacia da Sereia, Ilha do Mel, Paraná. O primeiro experimento testou a hipótese de que a regeneração ocorre mais rapidamente em temperaturas mais elevadas, com a avaliação da regeneração anterior e posterior de T. aurantiaca em diferentes cenários de mudanças climáticas. O segundo descreveu a regeneração do sistema nervoso da espécie e analisou suas estruturas como potenciais indicadoras da utilidade de T. aurantiaca como organismo-modelo para estudos da biologia evolutiva do desenvolvimento (Evo-devo). Foram aplicadas técnicas de clareamento e imunohistoquímica para descrever a regeneração do sistema nervoso sob a temperatura de melhor desempenho observada no experimento 1. Os resultados mostraram que T. aurantiaca apresentou maior taxa e rapidez regenerativa nas temperaturas mais elevadas, com o surgimento de novos segmentos e cerdas. O tratamento correspondente ao cenário mais extremo de aquecimento global (28°C) ocasionou maior eficiência na regeneração. As análises imunohistoquímicas revelaram a formação progressiva do sistema nervoso, incluindo os conectivos circumesofágicos, neurônios pericários e gânglio cerebral, indicando a reestruturação neural durante o processo regenerativo. Tais resultados mostram que T. aurantiaca apresenta uma plasticidade regenerativa e pode ser utilizado como modelo em estudos da evo-devo frente a cenários de mudanças climáticas.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAnelídeopt_BR
dc.subjectMudanças climáticaspt_BR
dc.subjectOceanografiapt_BR
dc.titleRegeneração da região anterior do anelídeo Theodisca aurantiaca (Annelida,Orbiniidae) em cenários de mudanças climáticaspt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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