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    Regeneração da região anterior do anelídeo Theodisca aurantiaca (Annelida,Orbiniidae) em cenários de mudanças climáticas

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    VALERIO, Giovanna dos Santos.pdf (8.403Mb)
    Date
    2025
    Author
    Valério, Giovanna dos Santos
    Metadata
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    Abstract
    Resumo : As mudanças climáticas causam alterações de temperatura e outros fatores ambientais nos ecossistemas costeiros, como os costões rochosos. Os anelídeos marinhos são alguns dos muitos invertebrados que habitam estes ambientes. Devido à sua alta capacidade regenerativa podem ser organismos importantes para os estudos da biologia evolutiva e regeneração. Contudo, estudos que relacionam os efeitos das mudanças climáticas nesse processo ainda são escassos. O presente trabalho avaliou a regeneração anterior do orbinídeo Theodisca aurantiaca coletado na Bacia da Sereia, Ilha do Mel, Paraná. O primeiro experimento testou a hipótese de que a regeneração ocorre mais rapidamente em temperaturas mais elevadas, com a avaliação da regeneração anterior e posterior de T. aurantiaca em diferentes cenários de mudanças climáticas. O segundo descreveu a regeneração do sistema nervoso da espécie e analisou suas estruturas como potenciais indicadoras da utilidade de T. aurantiaca como organismo-modelo para estudos da biologia evolutiva do desenvolvimento (Evo-devo). Foram aplicadas técnicas de clareamento e imunohistoquímica para descrever a regeneração do sistema nervoso sob a temperatura de melhor desempenho observada no experimento 1. Os resultados mostraram que T. aurantiaca apresentou maior taxa e rapidez regenerativa nas temperaturas mais elevadas, com o surgimento de novos segmentos e cerdas. O tratamento correspondente ao cenário mais extremo de aquecimento global (28°C) ocasionou maior eficiência na regeneração. As análises imunohistoquímicas revelaram a formação progressiva do sistema nervoso, incluindo os conectivos circumesofágicos, neurônios pericários e gânglio cerebral, indicando a reestruturação neural durante o processo regenerativo. Tais resultados mostram que T. aurantiaca apresenta uma plasticidade regenerativa e pode ser utilizado como modelo em estudos da evo-devo frente a cenários de mudanças climáticas.
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/99798
    Collections
    • Oceanografia [379]

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