Mostrar registro simples

dc.contributor.authorRocha, Chayane da
dc.contributor.authorCampos, Vania Pais Cabral Castelo
dc.contributor.authorCorrea, Gabriele Silva
dc.contributor.authorMartins, Isabela Tainah Cristo Doria
dc.contributor.authorRebeyka, Julia Forbeci
dc.contributor.authorRodrigues, Julia Santos
dc.contributor.authorAlexandre, Laiza Lorrandra da Silva
dc.contributor.authorKainak, João Vitor
dc.contributor.authorKuga, Amanda Geovanna Borscheid
dc.contributor.authorCesar, Ana Luiza Cavalcanti
dc.contributor.authorSousa, Angelo Gabriel Abreu Passos de
dc.date.accessioned2025-12-09T12:39:43Z
dc.date.available2025-12-09T12:39:43Z
dc.date.issued2024-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99626
dc.descriptionPara garantir bem-estar em cativeiro é essencial compreender como os psitacídeos se comportam naturalmente, pois muitas alterações comportamentais surgem quando suas necessidades básicas não são atendidas. Por serem aves ativas e inteligentes, qualquer falta de estímulos pode resultar em estresse e frustração. Esse é o tema do sexto episódio da série Psitaflix, um conjunto de vídeos produzidos pelo projeto extensionista “Conhecer, respeitar e produzir aves: modelos didáticos e alternativos no processo de ensino e aprendizagem”, desenvolvido por estudantes de graduação, pós-graduação e docentes do Laboratório de Criação e Incubação de Animais Silvestres e Exóticos (LACRIAS), da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O vídeo explica que comportamentos como arrancar penas, andar repetidamente, gritar sem parar ou se automutilar são sinais de bem-estar comprometido, pois na natureza essas aves passam o dia voando, explorando e forrageando. Para evitar esses problemas, destaca-se o uso do enriquecimento ambiental, que torna o ambiente mais estimulante por meio de brinquedos, variação de poleiros, desafios alimentares, estímulos sensoriais, interação social e atividades cognitivas. O objetivo é aproximar a rotina em cativeiro do que a ave faria em vida livre, permitindo que ela expresse comportamentos naturais e reduza atitudes anormais. Oferecer esses estímulos não é luxo, mas uma necessidade para garantir uma vida digna, ativa e saudável a qualquer psitacídeo sob cuidados humanos.pt_BR
dc.description.abstractTo ensure well-being in captivity, it is essential to understand how psittacines behave naturally, as many behavioral changes arise when their basic needs are not met. Because they are active and intelligent birds, any lack of stimulation can result in stress and frustration. This is the theme of the sixth episode of the Psitaflix series, a set of videos produced by the extension project "Knowing, respecting and producing birds: didactic and alternative models in the teaching and learning process," developed by undergraduate, graduate, and faculty students from the Laboratory for the Breeding and Incubation of Wild and Exotic Animals (LACRIAS) at the Federal University of Paraná (UFPR). The video explains that behaviors such as feather plucking, repetitive pacing, incessant screaming, or self-mutilation are signs of compromised well-being, since in nature these birds spend the day flying, exploring, and foraging. To avoid these problems, the use of environmental enrichment is highlighted, making the environment more stimulating through toys, varied perches, food challenges, sensory stimuli, social interaction, and cognitive activities. The goal is to make the routine in captivity more similar to what the bird would do in the wild, allowing it to express natural behaviors and reduce abnormal attitudes. Providing these stimuli is not a luxury, but a necessity to guarantee a dignified, active, and healthy life for any psittacine under human care.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectcomportamento, aves, psitacídeospt_BR
dc.titleComportamentos anormais de psitacídeos: Como evitá-los?pt_BR
dc.typeVideopt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples