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dc.contributor.advisorTavares, Camilla Quesadapt_BR
dc.contributor.otherRizzotto, Carla Cândida, 1984-pt_BR
dc.contributor.otherBelin, Luciane Leopoldopt_BR
dc.contributor.otherPrudencio, Kelly Cristina de Souza, 1973-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Artes, Comunicação e Design. Programa de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
dc.creatorRupp, Isadora Raquelpt_BR
dc.date.accessioned2025-12-05T15:56:11Z
dc.date.available2025-12-05T15:56:11Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/99609
dc.descriptionOrientadora: Dra. Camilla Quesada Tavarespt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dra. Carla Rizzottopt_BR
dc.descriptionBanca: Camilla Quesada Tavares (Presidente da Banca), Luciane Leopoldo Belin, Carla Candida Rizzotto e Kelly Cristina de Souza Prudenciopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Defesa : Curitiba, 29/09/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Em um contexto em que a desinformação desafia democracias no mundo, a propagação de notícias falsas ou distorcidas é um mecanismo usado por líderes políticos na condução de seus mandatos. O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL), que adotou lives transmitidas pelo YouTube como um de seus canais de comunicação desde o início do seu mandato, em 2019, usou parte do tempo dessas transmissões ao vivo para disseminar dados falsos sobre as urnas eletrônica, pedir o retorno do voto impresso no Brasil, extinto na década de 1990, e atacar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Levando em conta a relevância desse contexto, pelo fato desses ataques institucionais terem sido feitos pelo chefe do Executivo, esta pesquisa faz uma análise de conteúdo qualitativa, com base em 49 transmissões ao vivo no YouTube realizadas entre os dias 6 de janeiro e 30 de dezembro de 2022, último ano de Bolsonaro na Presidência, para responder como Bolsonaro, por meio de seu discurso político e retórica, mobilizou elementos de desinformação para colocar em xeque a confiabilidade das urnas eletrônicas nas eleições de outubro de 2022. O que se constatou foi que Bolsonaro, ao operar na lógica de fragmentação discursiva, criou antagonismos, reforçou o "nós contra eles" e construiu vínculos simbólicos com seu público usando narrativas de ameaça e vitimizaçãopt_BR
dc.description.abstractAbstract: In a context where disinformation challenges democracies worldwide, the dissemination of false or distorted information has been used by political leaders during their mandates. Former Brazilian president Jair Bolsonaro (PL), who adopted weekly YouTube livestreams since the beginning of his government in 2019, used part of these broadcasts to spread false data about electronic voting machines, demand the return of printed ballots in Brazil, and attack the Superior Electoral Court (TSE). This research presents a qualitative content analysis of 49 livestreams held between January 6 and December 30, 2022, Bolsonaro’s last year as president, aiming to understand how he mobilized elements of disinformation in his political discourse to undermine trust in the electoral system. The findings demonstrate that Bolsonaro, operating through discursive fragmentation, created antagonisms, reinforced the "us versus them" narrative, and built symbolic connections with his audience by employing threat and victimizationpt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectComunicação na políticapt_BR
dc.subjectEleiçõespt_BR
dc.subjectDesinformaçãopt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.title"Bolsonaro fala à nação" : o ataque ao sistema eleitoral brasileiropt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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