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dc.contributor.authorPAMELA MOREIRA WEINHARDT
dc.contributor.authorGUILHERME SOUZA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
dc.creatorUFPR
dc.date.accessioned2024-10-28T18:43:23Z
dc.date.available2024-10-28T18:43:23Z
dc.date.issued2020-07-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/90897
dc.description.abstractIntrodução: Os agrotóxicos, largamente utilizados na agricultura convencional, são responsáveis por diversos e sérios agravos à saúde humana. O presente estudo aborda a morbidade autorreferida por agricultores convencionais e agroecológicos de um assentamento rural do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Objetivos: Comparar a morbidade autorreferida dos produtores agroecológicos e dos convencionais de um assentamento do MST no Paraná. Material e Métodos: Realizou-se um estudo transversal, descritivo, da morbidade autorreferida pelos produtores dos sistemas de produção convencional e agroecológicos, maiores de 18 anos, através da aplicação de questionários semi-estruturados e diário de campo. A hipótese a ser verificada é de maior presença de morbidade referida entre os agricultores convencionais, pela exposição destes aos agrotóxicos. Resultados (parciais): O Assentamento Contestado possui 120 famílias assentadas, em unidades de produção agrícola com área de 8 a 16 hectares por família. Foram entrevistadas 89 destas famílias, sendo 54 convencionais e 31 agroecológicas. O percentual de agricultores que consideram seu estado de saúde bom é maior entre os agroecológicos em relação aos convencionais. Dentre os que consideraram seu estado de saúde ruim, vários sinais ou sintomas sugestivos de intoxicação crônica por agrotóxicos são mencionados. Os agricultores convencionais relataram, com maior frequência em relação aos agroecológicos, que amanhecem mais cansados e com pouca energia, apresentam maior perda de capacidade de movimento e referem mais a presença de dor no corpo. Quanto à saúde emocional, os convencionais se sentem mais tristes e deprimidos. Há maior presença de perda auditiva no grupo de agricultores convencionais em relação aos agrocecológicos. Conclusão: as análises iniciais dos dados coletados demonstram maior presença de morbidade referida entre os agricultores convencionais, confirmando o esperado, pela exposição destes aos agrotóxicos. Os cálculos iniciais de Odds Ratio, têm demonstrado que as diferenças são significativas.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.relation.ispartofII Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
dc.subjectAgroecologia
dc.subjectAgrotóxicos
dc.subjectSaúde Humana;
dc.titleESTUDO COMPARATIVO DA MORBIDADE AUTOREFERIDA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA CONVENCIONAL E AGROECOLÓGICO EM UM ASSENTAMENTO DO MO
dc.typeArtigo
dc.identifier.ocs4362


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