• Entrar
    Ver item 
    •   Página inicial
    • BIBLIOTECA DIGITAL: Eventos Científicos
    • II Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
    • Ver item
    •   Página inicial
    • BIBLIOTECA DIGITAL: Eventos Científicos
    • II Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
    • Ver item
    JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

    ESTUDO COMPARATIVO DA MORBIDADE AUTOREFERIDA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA CONVENCIONAL E AGROECOLÓGICO EM UM ASSENTAMENTO DO MO

    Thumbnail
    Data
    2020-07-31
    Autor
    PAMELA MOREIRA WEINHARDT
    GUILHERME SOUZA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
    Metadata
    Mostrar registro completo
    Resumo
    Introdução: Os agrotóxicos, largamente utilizados na agricultura convencional, são responsáveis por diversos e sérios agravos à saúde humana. O presente estudo aborda a morbidade autorreferida por agricultores convencionais e agroecológicos de um assentamento rural do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Objetivos: Comparar a morbidade autorreferida dos produtores agroecológicos e dos convencionais de um assentamento do MST no Paraná. Material e Métodos: Realizou-se um estudo transversal, descritivo, da morbidade autorreferida pelos produtores dos sistemas de produção convencional e agroecológicos, maiores de 18 anos, através da aplicação de questionários semi-estruturados e diário de campo. A hipótese a ser verificada é de maior presença de morbidade referida entre os agricultores convencionais, pela exposição destes aos agrotóxicos. Resultados (parciais): O Assentamento Contestado possui 120 famílias assentadas, em unidades de produção agrícola com área de 8 a 16 hectares por família. Foram entrevistadas 89 destas famílias, sendo 54 convencionais e 31 agroecológicas. O percentual de agricultores que consideram seu estado de saúde bom é maior entre os agroecológicos em relação aos convencionais. Dentre os que consideraram seu estado de saúde ruim, vários sinais ou sintomas sugestivos de intoxicação crônica por agrotóxicos são mencionados. Os agricultores convencionais relataram, com maior frequência em relação aos agroecológicos, que amanhecem mais cansados e com pouca energia, apresentam maior perda de capacidade de movimento e referem mais a presença de dor no corpo. Quanto à saúde emocional, os convencionais se sentem mais tristes e deprimidos. Há maior presença de perda auditiva no grupo de agricultores convencionais em relação aos agrocecológicos. Conclusão: as análises iniciais dos dados coletados demonstram maior presença de morbidade referida entre os agricultores convencionais, confirmando o esperado, pela exposição destes aos agrotóxicos. Os cálculos iniciais de Odds Ratio, têm demonstrado que as diferenças são significativas.
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/90897
    Collections
    • II Congresso de Saúde Coletiva da UFPR [570]

    DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
    Entre em contato | Deixe sua opinião
    Theme by 
    Atmire NV
     

     

    Navegar

    Todo o repositórioComunidades e ColeçõesPor data do documentoAutoresTítulosAssuntosTipoEsta coleçãoPor data do documentoAutoresTítulosAssuntosTipo

    Minha conta

    EntrarCadastro

    Estatística

    Ver as estatísticas de uso

    DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
    Entre em contato | Deixe sua opinião
    Theme by 
    Atmire NV