Antropofagia e antropoemia : o apagamento da alteridade na construção identitária do movimento paranista
Resumo
Resumo : A pesquisa busca apresentar e evidenciar uma análise acerca de pinturas e esculturas inclusas e produzidas, segundo os parâmetros contidos na base teórico-ideológica da colonização da América, que se mantiveram de outra forma, posteriormente, no Movimento Paranista. O movimento é intitulado assim a partir do seu anseio de forjar uma construção identitária branca que representasse o povo do Paraná, sobretudo de Curitiba, e que se perfez como uma estratégia política, posterior à Independência do estado (1853), calçada por uma estrutura cultural hegemônica acerca de povos nativos e escravizados. A questão a ser expandida, cruza meus anos de graduação, da mesma forma que meu interesse em investigar questões ligadas a minha árvore-genealógica, ascendência e autorreconhecimento: Quais identidades são hegemônicas e quais são invisibilizadas?
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- Artes Visuais [65]