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dc.contributor.advisorBersano Filho, José Guilhermept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.creatorWachholz, Gretchen Magridtpt_BR
dc.date.accessioned2024-02-19T18:38:52Z
dc.date.available2024-02-19T18:38:52Z
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/86506
dc.descriptionOrientador: José Guilherme Bersano Filhopt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A acidificação oceânica está associada às mudanças climáticas globais decorrentes das emissões de dióxido de carbono (CO2). As altas concentrações de CO2 alteram a química dos oceanos afetando os organismos marinhos, e as previsão de acidificação para o ano de 2100 é de pH próximo a 7,9, enquanto para o anor de 2300 a acidificação cairia para 7,6. Os copépodes são organismos fundamentais para o ambiente marinho pois representam um elo entre produtores e consumidores na cadeia trófica, transferindo a energia da base para o topo da cadeia. Além disso são peças importantes nos ciclos biogeoquímicos marinhos, como o ciclo do nitrogênio e do carbono. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da acidificação nas fases iniciais do ciclo de vida do copépode planctônico Acartia lilljeborgi, uma espécie muito abundante e frequente no Complexo Estuarino de Paranaguá e em toda a zona costeira do litoral paranaense. Em laboratório ovos e náuplios de A. lilljeborgi foram submetidos a valores de pH previstos para os anos de 2100 e 2300, 7,9 e 7,6, respectivamente. Foram avaliados efeitos letais de eclosão e sobrevivência dos náuplios, e subletais de tamanho e crescimento dos náuplios. Para os diferentes tratamentos os efeitos letais de eclosão dos ovos e sobrevivência dos náuplios não apresentaram resultados com diferenças significativas, apesar da sobrevivência dos náuplios ser menor no pH 7,9. Como resultado de efeitos subletais foi verificado que houve diferença significativa entre o tratamento de pH 8,1 e 7,9 (p = 0,050) para náuplios com menos de 24 horas de eclosão, enquanto ao final do experimento a diferença significativa foi verificada para os experimentos de pH 8,1 e 7,6 (p = 0,001). Os maiores valores de comprimento (141,67 ± 5,92 µm) e largura (67,33 ± 5,21µm) dos náuplios ao final do experimento, foram registrados no pH 8,1, enquanto o menor foi observado para o tratamento com pH 7,6 com comprimento médio de 136,33 ± 4,90 µm e largura 64,33 ± 5,04 µm. Portanto ficou evidenciado que apesar de tratamentos com pH reduzidos não apresentarem efeitos letais em ovos e náuplios da A. lilljeborgi, os mesmos apresentam efeitos subletais como redução do comprimento corporal de náuplios.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCrescimentopt_BR
dc.subjectOceanopt_BR
dc.subjectOceanografiapt_BR
dc.subjectÁcidospt_BR
dc.titleAvaliação dos efeitos da acidificação da água marinha com dióxido de carbono em ovos e náuplios do copépode Acartia lilljeborgipt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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