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dc.contributor.advisorVeronez, Djanira Aparecida da Luz, 1970-pt_BR
dc.contributor.otherAranha Junior, Ayrton Alves, 1973-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.date.accessioned2023-10-30T18:15:14Z
dc.date.available2023-10-30T18:15:14Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/84751
dc.descriptionOrientador: Profª Drª Djanira Aparecida da Luz Veronezpt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Ayrton Alves Aranha Juniorpt_BR
dc.descriptionAutores: Acácio José Lustosa Mendes, Bruna do Rocio Oliveira, Bruna Schneider Ribeiro, Guilhermo Casinipt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : Introdução: Nas últimas décadas, tem ocorrido um aumento do número de casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) na infância. Provavelmente, o avanço tecnológico tem contribuído com diagnósticos mais precisos. Objetivos: Desenvolver um estudo sobre AVC infantil; analisar o grau de comprometimento anatômico e disfunções neurológicas em pacientes que sofreram AVC, na faixa etária entre 2 a 13 anos, além de agrupar intervenções fisioterapêuticas. Metodologia: Foi desenvolvido um levantamento de dados na literatura sobre AVC infantil, além de um estudo em prontuários que continham laudos de exames de neuroimagem de pacientes com relatos de AVC junto ao banco de dados do Centro de Neuropediatria/CHC-UFPR. Resultados: Observou-se maior frequência de AVC na faixa etária de 8,9 ± 3,2 anos, sendo o sexo masculino com maior incidência. Constatou-se que o tratamento fisioterapêutico na área de reabilitação neurológica em casos de AVC baseia-se na indução do desenvolvimento motor, na melhora da motricidade somática, na recuperação da força, estimulação sensorial, além do ganho de autonomia. Quanto ao grau de comprometimento anatômico e disfunções neurológicas constatou-se maior acometimento do lobo frontal seguido pelo lobo occipital, parietal e temporal, além do cerebelo e do tronco encefálico. Observou-se ainda maior frequência de cefaleia, de rebaixamento no nível de consciência, além do comprometimento motor. Conclusões: O AVC infantil isquêmico apresentou-se mais frequente na faixa etária estudada, além do hemisfério cerebral esquerdo ser o mais acometido e causar hemiplegia, necessitando de intervenções fisioterapêuticas por meio de várias técnicas, recursos e métodos de forma lúdicapt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAcidente vascular cerebralpt_BR
dc.subjectNeuroimagempt_BR
dc.subjectRessonancia magneticapt_BR
dc.subjectTomografiapt_BR
dc.subjectFisioterapia para criançaspt_BR
dc.titleAnálise de alterações anatômicas identificadas em exames de neuroimagens em pacientes que sofreram acidente vascular cerebral, hemorrágico ou isquêmico, na faixa etária entre 2 a 13 anospt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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