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dc.contributor.advisorRosaneli, Alessandro Filla, 1972-pt_BR
dc.contributor.authorFaria, Débora Raquel, 1983-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Tecnologia. Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbanopt_BR
dc.date.accessioned2021-05-17T21:15:12Z
dc.date.available2021-05-17T21:15:12Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/69641
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Alessandro Filla Rosanelipt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano. Defesa : Curitiba, 31/08/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 167-174pt_BR
dc.description.abstractResumo: Consideram-se arquiteturas hostis estratégias de controle social que, através da arquitetura e do design, pretendem excluir grupos considerados indesejáveis, tais como população em situação de rua e adolescentes, do espaço público. Esta pesquisa busca verificar quais são os padrões espaciais gerados pela arquitetura hostil no Centro da cidade de Curitiba, investigando em que medida ela promove alterações na essência do espaço público. Para isso, utilizou-se como principal método de pesquisa a observação direta do ambiente físico, colhendo dados sobre aspectos físicos e funcionais do espaço. A pesquisa de campo percorreu todas as ruas do centro de Curitiba e utilizou a fotografia como principal recurso para coleta e registro de dados. A partir de mapas e tabelas, que sintetizam o trabalho de campo, procedeu-se à análise qualitativa dos dados. A pesquisa constatou que a arquitetura hostil opera no Centro de Curitiba de forma a diminuir o espaço público, material e imaterial, permitindo que estruturas privadas avancem sobre o espaço de uso e de propriedade pública. Conclui-se ainda que as limitações impostas pela arquitetura hostil impulsionam a transferência de funções tradicionalmente públicas para a esfera privada. Com isso, atividades de lazer e sociabilidade são retiradas do espaço público, convertendo-o em um espaço com função principal de circulação. Palavras-chave: Arquitetura hostil. Espaço público. Medo urbano. Espaços centrais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Hostile architectures are social control strategies that, through architecture and design, intend to exclude undesirable groups, such as homeless people and loitering teenagers, from the public space. This research aims to verify what are the consequences of hostile architecture in Curitiba city center, investigating to what extent it alters the public space essence. For this end, the direct observation of the physical environment was the main research method, through which data about physical and functional aspects of space were collected. The fieldwork covered all the streets of Curitiba center city and used photography as the main resource for data collection and record. From maps and tables, which synthesize the fieldwork, the qualitative analysis was performed. The research found that hostile architecture operates in downtown Curitiba in order to reduce the material and immaterial public space, allowing private structures to advance over it. It also concluded that the limitations imposed by hostile architecture drive the transfer of traditionally public functions to the private sphere. With this, leisure and sociability activities are removed from the public space, converting it into a circulation space predominantly. Keywords: Hostile architecture. Public space. Urban fear. City centers.pt_BR
dc.format.extent179 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectArquiteturapt_BR
dc.subjectEspaços públicospt_BR
dc.subjectPlanejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.titleSem descanso : arquitetura hostil e controle do espaço público no centro de Curitibapt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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