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dc.contributor.advisorSerbena, Carlos Augusto, 1968-pt_BR
dc.contributor.authorTesta, Ana Luisapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.date.accessioned2020-09-01T22:43:42Z
dc.date.available2020-09-01T22:43:42Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/64369
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Carlos Augusto Serbenapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Defesa : Curitiba, 04/07/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Psicologia Clínicapt_BR
dc.description.abstractResumo: Tradicionalmente o campo da Psicologia Analítica tende a privilegiar a prática clínica individual e apresenta uma escassez teórica e prática em relação a psicoterapia grupal. Existem razões tanto históricas quanto conceituais para essa prevalência da prática individual, como a ênfase que é dada à realidade psíquica individual, assim como o modelo de individuação proposto pela escola clássica, que é compreendido essencialmente numa perspectiva intrapsíquica como um processo de transformação da libido instintual e inconsciente em espírito (cultura). Esse modelo gera uma lacuna no entendimento das influências grupais e sociais no processo de individuação. A visão clássica também estabeleceu um correlação indiscriminada entre grupo, massa e inconsciente, no sentido de que todo grupo promoveria uma regressão à modos de funcionamento menos racionais e que poderia ativar a camada arquetípica do inconsciente, sendo isso uma possível ameaça tanto à individualidade quanto à sociedade e, sendo o indivíduo o único portador da consciência, caberia apenas a psicoterapia individual a função de protegê-lo contra a ameaça do inconsciente. Ao mesmo tempo em que pode ser ameaçador, o confronto com o inconsciente se prova fundamental no processo de individuação. Porém, tal confronto salutar, parece não ser concebido como possível num setting grupal, apenas no individual. Um levantamento bibliográfico sobre a regressão psíquica e sobre a ativação arquetípica nos grupos foi realizado, e através da análise conceitual foi possível discriminar as divergências teóricas encontradas, compreender seu contexto histórico, e avaliar se os argumentos apontados pela escola clássica, predominantemente refratária ao trabalho grupal, ainda se mantém atuais. A proposta é pensar se uma psicoterapia grupal junguiana seria possível, já que esta modalidade clínica tem se mostrado eficaz em outras abordagens e poderia democratizar o acesso da população à psicoterapia. Palavras-chave: Arquétipo; Grupo; Individuação; Psicoterapia de grupo; Regressão Psíquica.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Traditionally, the field of Analytical Psychology tends to overestimate the individual clinical practice whilst there is both theoretical and practical scarcity in regards to group psychotherapy. There are historical as well as conceptual reasons to this preponderance on individual practice, as the emphasis given to the individual psychic reality, as well as the individuation model proposed by the classical school, which is essentially comprehended in an intrapsychic perspective as a process of transformation of the instinctive and unconscious libido into spirit (culture). This model generates a gap in the understanding of the group and social influences in the individuation process. The classic vision has also established an indiscriminate correlation amongst group, mass and the unconscious, in the sense of that every group could promote a regression to less rational functioning modes and that this could also activate the archetypal layer of the unconscious, being this a possible threat as to the individuality as to the society; and, being the individual the sole bearer of consciousness, only the individual psychotherapy could protect the human of the threat of the unconscious. At the same time it might look threatening, the confrontation of the unconscious is key in the process of individuation. However salutary, this confrontation does not seem to be conceived as a possibility in a group setting, but only in individual psychotherapy. A bibliographical research on psychic regression and archetypal activation in groups was conducted and, through conceptual analysis, it was possible to discriminate the theoretical divergences that were found, understand their historical concept, and evaluate if the arguments supported by the classical school, mainly based on the group theories/activities, are still up to date. The proposal is to analyze if a Jungian group psychotherapy would be possible, taking into account the group regression matter, knowing that this clinical modality has shown efficacy in other approaches and could democratize the access to psychotherapy to the people in general. Keywords: Archetype; Group; Individuation; Group psychotherapy; Psychic Regressionpt_BR
dc.format.extent105 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPsicoterapia de grupopt_BR
dc.subjectRegressão (Psicologia)pt_BR
dc.subjectIndividuaçãopt_BR
dc.subjectArquetipo (Psicologia)pt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.titleRegressão psíquica em pequenos grupos terapêuticos na perspectiva da psicologia analíticapt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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