Mostrar registro simples

dc.contributor.advisorTrindade, Edvaldo da Silva, 1971-pt_BR
dc.contributor.authorLeck, Aline Raquellpt_BR
dc.contributor.otherAndrade, Lucas Ferrari dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.date.accessioned2022-08-16T16:50:57Z
dc.date.available2022-08-16T16:50:57Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/32179
dc.descriptionOrientador: Edvaldo da Silva Trindadept_BR
dc.descriptionCoorientador: Lucas Ferrari de Andradept_BR
dc.descriptionMonografia (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e devido ao seu alto potencial metastático apresenta o pior prognóstico dentre as neoplasias cutâneas malignas. A incidência de melanoma vem aumentando e a busca por terapias complementares, para serem utilizadas em conjunto com as terapias convencionais, é cada vez mais recorrentes, visando uma melhor eficácia e minimização dos danos causados por estes tratamentos. A homeopatia encontra-se entre as terapias complementares mais utilizadas no combate ao câncer. Há mais de 10 anos o grupo de pesquisa coordenado pela Profa. Dorly Buchi investiga complexos naturais altamente diluídos que possam ser utilizados juntamente aos tratamentos convencionais. Dentre eles, dados prévios indicam que o M1 tem grande potencial antimelanoma. Assim, o presente trabalho objetiva contribuir para o entendimento do mecanismo de atuação do complexo natural altamente diluído M1, voltando-se para os processos inflamatórios essenciais para a proliferação celular das células tumorais. Como segundo objetivo, buscou-se compreender se o M1 poderia também atuar sobre o tumor subcutâneo pré-estabelecido. Assim, in vitro foi avaliado se as células B16F10 tratadas com M1 ou com seu veículo (controle) poderia alterar a expressão de citocinas, bem com de NFkB. Nestes ensaios, com as metodologias utilizadas, não foi possível concluir que M1 é capaz ou não de alterar a expressão destas moléculas. O passo seguinte foi avaliar se tanto no modelo de metástase pulmonar, quanto no tumor subcutâneo, a dimunuição da quantidade e tamanho dos tumores poderia ser decorrente de menor processo inflamatório. Assim, utilizando cortes histológicos, COX-2, carboidratos neutros e ácido hialurônico foram investigados. Os resultados mostraram diferenças na quantidade e distribuição de COX-2 e de ácido hialurônico, moléculas importantes no processo inflamatório, mostrando que o tratamento com M1 leva a uma redução de inflamação associada ao tumor. O segundo objetivo foi avaliar se M1 pode ter ação sobre tumor préexistente. Assim, células B16F10 foram injetadas em camundongos C57BL/6 para formação de tumores subcutâneo. Aguardou-se o que o tumor fosse estabelecido para então iniciar o tratamento com o M1, realizando-se acompanhamento diário do volume tumoral. Neste modelo, o M1 atuou efetivamente na redução do crescimento tumoral, diminuindo a proliferação celular e aumentando a apoptose. Não foi possível correlacionar este efeito com processo inflamatório, cuja pergunta continua em análise. Estes resultados indicam que o M1 é um potencial tratamento para o melanoma, contribuindo para redução do desenvolvimento do tumor e este processo tem relação com a dimunuição do processo inflamatório associado ao tumor.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relation.requiresExigências do sistema: Adobe Acrobat Readerpt_BR
dc.subjectCâncerpt_BR
dc.subjectMelanomapt_BR
dc.subjectHomeopatiapt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.titleEfeito de complexo natural altamente diluído sobre o ácido hialurônico e suas implicações em processo inflamatório associado ao melanomapt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples