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dc.contributor.advisorBorba, Victoria Zeghbi Cochenskipt_BR
dc.contributor.otherBrandão, Cynthia Maria Alvarespt_BR
dc.contributor.otherMoreira, Carolina Aguiarpt_BR
dc.contributor.otherAndrade, Vicente Florentino Castaldo, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúdept_BR
dc.creatorStarck, Fernanda Perin Maiapt_BR
dc.date.accessioned2026-04-27T20:25:50Z
dc.date.available2026-04-27T20:25:50Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101799
dc.descriptionOrientador: Profa. Dra. Victória Zeghbi Cochenski Borbapt_BR
dc.descriptionBanca: Victória Zeghbi Cochenski Borba (Presidente da Banca), Cynthia Maria Alvares Brandao, Carolina Aguiar Moreira e Vicente Florentino Castaldo Andradept_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa : Curitiba, 31/10/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Introduction: Osteoporosis is characterized by a reduction in bone mineral density (BMD) and deterioration of microarchitecture, leading to an increased risk of fractures. Although bone mineral density (DXA) is the main diagnostic parameter, it does not fully reflect bone quality. To complement this assessment, the Trabecular Bone Score (TBS) was developed as an indirect tool to estimate trabecular microarchitecture from lumbar spine DXA images. However, the classical TBS (version 3.0) was susceptible to the influence of soft tissue thickness, which resulted in an subestimation of values in obese individuals. To overcome this limitation, version 4.0 of the TBS iNsight® software introduced an automated correction based on abdominal wall thickness, aiming to provide a more accurate assessment of bone quality, especially in patients with greater central adiposity. Objective: To evaluate the impact of abdominal wall thickness correction on TBS values in obese women, comparing software versions 3.0 and 4.0, as well as to analyze the correlation between TBS, clinical and demographic variables, and the association between TBS, BMD, and fractures. Methods: This was a cross-sectional, single-center study with a retrospective analysis of a database of obese patients from the Endocrinology and Metabolism Service of HC-UFPR (SEMPR). Included were women aged 18 years or older with a diagnosis of obesity, seen at SEMPR, who had undergone bone densitometry. Demographic data (age, race, weight, height, and BMI), densitometry results, and abdominal wall thickness captured directly from the densitometer (Lunar Prodigy Advance) were collected from medical records. BMD was categorized as normal, low bone mass for age, osteopenia, and osteoporosis. TBS assessment, for both versions, was performed by Medimaps (TBS iNsight® v3.0 and v4.0; Medimaps Group, Geneva, Switzerland). For version 3.0, validated cutoff points for the Latin American population were applied, while for version 4.0, thresholds were defined based on the tertiles of the total studied sample. Patients were individually assessed and also divided into two groups based on BMI: < 37 kg/m² and = 37 kg/m². Results: A total of 247 women (59.2 ± 15 years old), predominantly white, were evaluated. Mean TBS values were significantly lower in version 4.0 compared to 3.0 (1.286 ± 0.082 vs. 1.334 ± 0.081; p < 0.001). This difference was more pronounced in patients with BMI = 37 kg/m² (1.258 ± 0.073 vs. 1.323 ± 0.075; p < 0.001) than in those with BMI < 37 kg/m² (1.297 ± 0.085 vs. 1.338 ± 0.083; p < 0.001). Agreement between versions was moderate (? = 0.49), with discordance in 34% of cases and reclassification (with v4.0) to a worse trabecular quality category in 19% of patients. TBS v4.0 showed a positive correlation with lumbar spine BMD (r = 0.42; p < 0.001) and negative correlations with age (r = –0.39; p < 0.001) and abdominal wall thickness (r = –0.45; p < 0.001). There was no significant difference between TBS v4.0 and the presence of fractures (p = 0.27). Conclusion: Version 4.0 of TBS iNsight®, by incorporating direct correction for abdominal wall thickness, provided more accurate estimates of bone quality in obese women, especially those with BMI = 37 kg/m². These findings reinforce the importance of considering body composition in TBS interpretation and demonstrate the superiority of the corrected version in assessing trabecular microarchitecture in populations with high abdominal adipositypt_BR
dc.description.abstractResumo: Introdução: A osteoporose é caracterizada pela redução da densidade mineral óssea (DMO) e deterioração da microarquitetura, resultando em maior risco de fraturas. Embora a DMO, avaliada por absorciometria por dupla energia de raios X (DXA), seja o principal parâmetro diagnóstico, ela não reflete integralmente a qualidade óssea. Para complementar essa avaliação, o escore do osso trabecular (TBS) foi desenvolvido como ferramenta indireta para estimar a microarquitetura trabecular a partir das imagens da DXA da coluna lombar. Contudo, o TBS (versão 3.0) era suscetível à influência da espessura de partes moles, o que resultava na subestimação dos valores em indivíduos obesos. Para contornar essa limitação, a versão 4.0 do software TBS iNsight® introduziu uma correção automatizada baseada na espessura da parede abdominal, visando proporcionar uma avaliação mais precisa da qualidade óssea, especialmente em pacientes com maior adiposidade central. Objetivo: Avaliar o impacto da correção pela espessura da parede abdominal nos valores do TBS em mulheres com obesidade, comparando as versões 3.0 e 4.0 do software, bem como analisar a correlação entre o TBS, variáveis clínicas e demográficas, além de analisar a associação entre TBS, DMO e fraturas. Métodos: estudo transversal, unicêntrico, com análise retrospectiva de um banco de dados de pacientes com obesidade do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do HC-UFPR (SEMPR). Foram incluídas mulheres com 18 anos ou mais com diagnóstico de obesidade, atendidas no SEMPR e que realizaram exame de densitometria óssea. Dados demográficos (idade, raça, peso, altura e IMC), resultados dos exames de densitometria assim como a espessura da parede abdominal foram capturados diretamente do densitômetro (Lunar Prodigy Advance) foram coletados do prontuário. A DMO foi categorizada como normal, baixa massa óssea para idade, osteopenia e osteoporose. A avaliação do TBS, nas duas versões, foi realizada pela empresa Medimaps, (TBS iNsight® v3.0 e v 4.0; Medimaps Group, Geneva, Switzerland). Para a versão 3.0, foram aplicados os pontos de corte validados para a população latino americana, enquanto, para a versão 4.0, os limiares foram definidos a partir dos tercis da amostra total estudada. As pacientes foram avaliados individualmente e também divididas em dois grupos com base no IMC: < 37 kg/m² e = 37 kg/m². Resultados: 247 mulheres (59,2 ± 15 anos), maioria branca foram avaliadas. Os valores médios de TBS foram significativamente menores na versão 4.0 em comparação à 3.0 (1,286 ± 0,082 vs. 1,334 ± 0,081; p < 0,001). Essa diferença foi mais pronunciada nas pacientes com IMC = 37 kg/m² (1,258 ± 0,073 vs. 1,323 ± 0,075; p < 0,001) do que naquelas com IMC < 37 kg/m² (1,297 ± 0,085 vs. 1,338 ± 0,083; p < 0,001). A concordância entre as versões foi moderada (? = 0,49), com discordância em 34% dos casos e reclassificação (com a v 4.0) para pior categoria de qualidade trabecular em 19% das pacientes. O TBS v4.0 apresentou correlação positiva com a DMO da coluna lombar (r= 0,42; p < 0,001) e negativa com idade (r = –0,39; p < 0,001) e espessura da parede abdominal (r = –0,45; p < 0,001). Não houve diferença significativa entre TBS v4.0 e presença de fraturas (p = 0,27). Conclusão: A versão 4.0 do TBS iNsight®, ao incorporar correção direta pela espessura da parede abdominal, forneceu estimativas mais precisas da qualidade óssea em mulheres com obesidade, especialmente aquelas com IMC = 37 kg/m². Esses achados reforçam a importância de considerar a composição corporal na interpretação do TBS e demonstram a superioridade da versão corrigida na avaliação da microarquitetura trabecular em populações com elevada adiposidade abdominalpt_BR
dc.description.abstractAbstract:pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languageMultilinguapt_BR
dc.languageTexto em português e inglêspt_BR
dc.languageporengpt_BR
dc.subjectObesidadept_BR
dc.subjectÍndice de massa corporalpt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectDensidade ósseapt_BR
dc.subjectOsteoporose em mulherespt_BR
dc.subjectParede abdominalpt_BR
dc.subjectClínica Médicapt_BR
dc.titleImpacto da correção do escore de osso trabecular pela espessura da parede abdominal em pacientes com obesidadept_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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