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    Adequação industrial - década de 90

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    D - E - REGIMAR ANTONIO MICHELIN.pdf (1.188Mb)
    Data
    1993
    Autor
    Michelin, Regimar Antonio
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Ao redigir este trabalho obtivei reunir numa única obra os pontos chaves para o sucesso da Reestruturação Industrial. A economia global na qual os negócios agora acontecem é como uma olimpíada empresarial: uma série de jogos feitos em todo o mundo com concorrentes tanto doméstico quanto internacionais. Para algumas empresas, o jogo no qual entraram se parece cada vez menos com o futebol ou as peladas, e cada vez mais com o jogo de críquet que Alice jogava no País das Maravilhas. Naquele jogo fictício, tudo estava vivo e em mutação ao redor do jogador - algo parecido com os negócios da atualidade. O taco que a Alice usava era um flamingo, que teimava em virar a cabeça na outra direção cada vez que ela se preparava para atingir a bola. Esta, por sua vez, era um porquinho da índia que, em vez de ficar quietinho no lugar, dava rápidas corridinhas pela cancha. As estacas eram soldados, que mudavam a estrutura do jogo ao gosto da Rainha de Copas. No ambiente de negócios atual, todos os elementos se movem: a tecnologia, os fornecedores, os clientes, funcionários, a estrutura da empresa, da indústria e do governo. Não se pode esperar que fiquem parados por muito tempo no mesmo lugar. Está se tornando cada vez mais difícil para os executivos na posição de Alice vencerem usando os métodos tradicionais. Vencer requer ações mais rápidas, mais criatividade nas manobras, mais flexibilidade e um parceria entre funcionários e clientes. Necessita uma administração mais ágil, que busca as oportunidades sem se prender a estruturas paquidérmicas ou a procedimentos pesados que impeçam a ação. 4 À empresa grande e hierarquizada não é suficientemente inovativa ou rápida; ela segue os velhos caminhos já trilhados, cheios de políticas internas, e fechada para idéias novas ou influências externas. Contudo, a empresa puramente empreendedora, de partida rápida, também não tem a resposta: ela não é suficientemente disciplinada ou cooperativa para sair da invenção não- importao-que-custa para uma produção de custo eficiente. Ela pode ficar fechada na sua maneira de ser, demasiadamente confiante e dependente da mágica das estréias individuais. É preciso algo novo, que case o espirito empreendedor com a disciplina e o trabalho de equipe; algo que ajude as empresas administrada à solta a ficarem um pouquinho mais coesa, e aquelas que tem controles apertados a se soltarem: uma resposta pós-empreendedora. À fim de estarem em forma para as Olimpíadas empresariais, as empresas precisam focalizar mais as sinergias, as alianças estratégicas e os novos negócios: À- SINERGIAS - O primeiro componente da estratégia pósempreendedora é a busca de negócios combinados, um conjunto de estruturas orgonizacionais que promovem sinergias: um todo que multiplique o valor das partes. As organizações precisam ser mais magras, mais cooperativas e mais integradas. Menos níveis gerênciais e diretorias mais enxutas. Desse modo, minimiza-se os intervenientes que retardam a ação. A empresa pós-empreendedora decentraliza algumas funções, colocando-as perto das unidades às quais dão suporte. Contratam serviços externos, reduzem a necessidade de gerenciamento de atividades que não estejam estreitamente ligadas ao seu negócio principal. Convertem alguns departamentos em empresas para 5 competir com fornecedores externos, as quais vendem tanto internamente quanto para outras empresas. Deixando simplesmente de agregar valor, para passar a multiplicá-lo essa nova mentalidade empresarial também incrementa as ligações ente seus vários produtos ou negócios, encorajando a união de esforços em coisas como vendas cruzadas, ligações com outros produtos no mercado, troca de informações técnicas e mercadológicas, compartilhamento de recursos usando a competência de uma unidade para resolver problemas de outra, ou permitir que cada divisão lidere inovações específicas. B- ALIANÇAS ESTRATÉGICAS- O segundo componente implica no desenvolvimento das relações com outras organizações, aumentando a influência sem aumentar o tamanho. As alianças permitem que a empresa permaneça enxuta, controlando custos, enquanto ganha acesso e mais capacidade do que aquela que possue ou emprega diretamente. A nova mentalidade faz um "pool8f de recursos ou liga seus sistemas para criar maior capacidade conjunta. Há grupos de empresas que contribuem para consórcios que fornecem serviços a todas elas; fazem joint-ventures para buscar oportunidades especificas, ou parceirias com seus fornecedores, clientes ou mesmo sindicatos. As parcerias são uma alternativa flexível ãs aquisições, com investimentos mais modestos e matém a independência. Permite que a empresa continue enxuta, controlando custos, ao mesmo tempo que acessa mais capacidades que possui. 6 Há benefícios nas coalizões: acesso a informações, tecnologia, velocidade de ação, a acomodação mútua às inovações que criam retornos financeiros mais rápidos. C- NOVOS NEGÓCIOS - A terceira estratégia é promover possibilidade de novos negócios dentro da empresa. Fazer mais com menos, no contexto da Olimpíada global, significa poder pegar e desenvolver oportunidade 'a medida que aparecem, para assegurar que as boas idéis não corram pelo ralo e que os novos emprendimentos se juntem ao negócio principal da empresa, ou que a levem em novas direções. Portanto, as empresas pós-emprendedora querem uim clima de inovação, no qual cada funcionário sinta que a inovação faz parte do seu trabalho . Elas criam canais oficiais para acelerar o fluxo de nova idéias. Por exemplo: fundos especiais para apoiar novas idéias sem comer orçamento dos negócios principais; centros de criatividade para acelerar a aplicação das novas idéias? incentivos para descobrir e alimentar projeto liderados pelos funcionários; ou investimentos em emprendimentos com nova tecnologia que podem se ligar aos negócios já existentes
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/101736
    Collections
    • Administração industrial [88]

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