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dc.contributor.advisorOliveira, Márcio de, 1962-pt_BR
dc.contributor.otherPorcides Junior, Almir, 1954-2025pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Especialização em Planejamento e Controle da Segurança Públicapt_BR
dc.creatorCosta, Orlando Artur dapt_BR
dc.date.accessioned2026-03-31T17:30:27Z
dc.date.available2026-03-31T17:30:27Z
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101465
dc.descriptionOrientador Metodológico: Prof. Dr. Márcio Sérgio B. S. de Oliveirapt_BR
dc.descriptionOrientador de Conteúdo: Coronel Almir Porcides Júniorpt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Especialização em Planejamento e Controle em Segurança Públicapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A proposta do estudo foi a de verificar, mediante a ótica do profissional bombeiromilitar, que exerce a função de Guarda-vidas, a constatação científica da ocorrência de fatores avessos ao desempenho das missões inerentes ao seu trabalho, visando em seu final, indicar aos profissionais de planejamento as áreas de maior incidência desses problemas. Definiu-se mediante o uso de questionário dirigido à constatação de fatores operacionais e administrativos, que contribuem para o desempenho da missão durante o curso das operações verão. A população da referida pesquisa de campo foi de uma amostra de 69 (sessenta e nove) guarda-vidas, pertencentes ao Io, 6o e CCB, com média de idade de 35,18 anos e em sua maioria com mais de 04 (quatro) participações nesse tipo de operação. No campo operacional, constatou-se que um dos maiores problemas enfrentados para o bom desempenho operacional dessa atividade, reside no fato dos mesmos considerarem a escala de serviço em turnos de 7 horas um incômodo (cerca de 40% dos bombeiros-militares entrevistados). Tal fato pode ser explicado em razão de que atualmente, os bombeiros-militares que desempenham a atividade em nosso litoral, encontram-se em uma idade cronológica avançada e conseqüentemente com suas capacidades físicas limitadas para o desempenho dessa missão, já que 72,81%, cerca de 557 (quinhentos e cinqüenta e sete) de um total de 765 (setecentos e sessenta e cinco) bombeiros-militares encontrarem-se entre a faixa etária de 33 a 45 anos. Bons resultados foram encontrados em relação a fatores de ordem administrativa, já que nenhum dos fatores apresentados, recebeu significativa importância na pesquisa. Constatou-se, ainda, que em relação a apoio prestado por equipamentos de natureza especial, as embarcações de uso imediato, como botes e lanchas, bem como o apoio prestado por aeronave (helicóptero), ocupa posição de destaque entre outros meios tais como o uso de motoaquática e de quadriciclos. Em questões abertas, ficou evidente ser o fator "ajuda de custo" destinada a custear despesas diárias, o fator de maior significâneia, acompanhada ainda, pelo fator de instalações físicas de alguns aquartelamentospt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBombeirospt_BR
dc.subjectSalva-vidaspt_BR
dc.subjectVerãopt_BR
dc.titleA atividade de guarda-vidas e a operação verão no litoral paranaensept_BR
dc.typeTCC Especialização Digitalpt_BR


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