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dc.contributor.otherPereira, Ana Paula Almeida de, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Curso de Especialização em Psicologia do Trabalhopt_BR
dc.creatorSampaio, Adriana Soczekpt_BR
dc.date.accessioned2026-02-02T14:20:29Z
dc.date.available2026-02-02T14:20:29Z
dc.date.issued2002.pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/100652
dc.descriptionOrientadora : Ana Paula Almeida de Pereirapt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Humanas Letras e Artes, Curso de Especializaçao em Psicologia do Trabalhopt_BR
dc.description.abstractResumo: Sabe-se que no Brasil tanto o processo de escolarização quanto o de inserção no mercado de trabalho, para os adolescentes que pertencem às classes menos favorecidas economicamente, é difícil e penosa. Acentua-se esta dificuldade principalmente em tempos de globalização, em que se vem reduzindo o número de postos de trabalho e exigindo maior qualificação escolar e profissional do trabalhador. Assim, os adolescentes das camadas mais pobres da população são compelidos a entrarem para o mercado formal de trabalho para auxiliar na renda familiar, ou mesmo provê-la sozinho, muitas vezes abandonando a escola. E quando não conseguem inserir-se neste mercado, buscam outras formas de obter este sustento, que pode inclusive ser no ato ilícito. Logo, levantou-se junto a adolescentes que residem com suas famílias e com histórico de furto, qual a construção que possuem acerca do conceito de trabalho. Realizou-se também junto a estes cinco adolescentes da cidade de Fernandes Pinheiro/PR um levantamento sobre o produto do furto, em que condições e por quais motivos foi praticado e se este ato assumiu, para eles, função semelhante ao trabalho. Em princípio, trabalho e furto são vistos sob o mesmo prisma utilitário, dando a ambos a função - a de provedor de necessidades básicas. Porém, distanciam- se ao serem percebidos como extremos opostos: o trabalho é tido como bom e o furto como errado e ilegal, não assumindo ambos o mesmo status. No entanto, apesar de entendido como ilegal, o furto foi percebido como única saída para o não-trabalho. Portanto, necessário se faz que a comunidade local aponte novos horizontes a estes adolescentes, para que estes possam construir suas identidades longe do comportamento delinqüente e com uma adequada inserção no mercado de trabalhopt_BR
dc.format.extent80 f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPsicologia organizacionalpt_BR
dc.subjectAdolescentes - Trabalhopt_BR
dc.subjectMercado de trabalho - Globalizaçãopt_BR
dc.subjectMenores - Empregopt_BR
dc.titleFurto e adolescente excluído : o trabalho em xeque no mundo globalizado?pt_BR
dc.typeTCC Especializaçãopt_BR


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