Efeito do estresse na secreção de galactose oxidase em dactylium dendroides
Resumo
Resumo: O fungo Dactylium dendroides foi submetido aos estresse etanólico, térmico e oxidativo. Quando exposto por 8 horas a 2,0% (p/v) de etanol teve perda de 63% da atividade enzimática extracelular de galactose oxidase e, de 37% da atividade enzimática intracelular, esta observação confirmada pela reação com anticorpos específicos, demonstrando diminuição no teor da enzima. O fungo perdeu 85% de sua viabilidade quando submetido 10 minutos à 45°C, enquanto que um decréscimo de 5°C aumentou a viabilidade para 35%, indicando ser a temperatura de 40°C menos drástica para sua sobrevivência. A exposição do fungo a temperaturas de 40 e 45°C provocaram um aumento na atividade específica da galactose oxidase extracelular, a galactose oxidase intracelular também teve sua atividade enzimática elevada, o que foi comprovado pela detecção da enzima com anticorpos específicos, a cultura foi tratada com cicloheximida, um inibidor de síntese proteica, e não foi observada alteração das atividades extra e intracelular. Quando o fungo foi exposto a diferentes concentrações de peróxido de hidrogênio, sua viabilidade decresceu 50% no tratamento com 1 mM de H2O2, e foi observado um aumento na atividade enzimática extra e intracelular no tratamento com 4mM de água oxigenada. A variação nos níveis da enzima intracelular foi confirmada pela reatividade com anticorpos específicos.
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