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dc.contributor.advisorSilveira, Moisés Pratespt_BR
dc.contributor.authorIchikawa, Selestina Silvia Hatsumipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Especialização em Contabilidade e Finançaspt_BR
dc.date.accessioned2018-10-01T20:57:37Z
dc.date.available2018-10-01T20:57:37Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/42097
dc.descriptionOrientador : Moisés Prates Silveirapt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Especialização em Contabilidade e Finançaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta pesquisa teve o objetivo de verificar a situação econômica financeira das empresas que se enquadram no segmento de tecidos, vestuário e calçados da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA sob a ótica do modelo dinâmico no período de 2008 a 2013. Para tanto, recorreu-se à revisão bibliográfica do modelo dinâmico que foi introduzido no Brasil pelo professor francês Michel Fleuriet que atuou na década de 70 na Fundação Dom Cabral. Este modelo reclassifica o balanço patrimonial conforme a relação das contas patrimoniais com o ciclo operacional da empresa e analisa o investimento em capital de giro e sua administração, a partir do isolamento de três variáveis chaves – a Necessidade de Capital de Giro (NCG), o Capital de Giro (CDG) e o Saldo de Tesouraria (ST). A combinação dos três fatores resulta em seis tipos de estruturas financeiras. Para o desenvolvimento desta pesquisa foram utilizados dados secundários através de pesquisa bibliográfica e coleta dos demonstrativos contábeis de 03 empresas que apresentaram os maiores lucros dentre as que estavam enquadradas no segmento. Os demonstrativos dessas companhias foram obtidos no sítio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A partir da reclassificação desses demonstrativos e cálculo das variáveis chaves do modelo dinâmico foi possível constatar o predomínio do tipo 2 de estrutura financeira para as empresas analisadas, ou seja, os recursos permanentes aplicados no capital de giro suprem a insuficiência do PCC, e ainda permitem a manutenção de um saldo positivo de tesouraria.pt_BR
dc.format.extent45 p : gráfs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEmpresas - Finançaspt_BR
dc.subjectBalanço (Contabilidade)pt_BR
dc.subjectCapital de giropt_BR
dc.titleAplicação do modelo Fleuriet no estudo de desempenho de empresas do setor de tecidos, vestuário e calçados listadas na BM&FBOVESPApt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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