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dc.contributor.authorMoreau, Daiane Cristine de Souzapt_BR
dc.contributor.otherPelaez, Victorpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicaspt_BR
dc.date.accessioned2015-05-12T18:43:54Z
dc.date.available2015-05-12T18:43:54Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/37961
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Victor Pelaezpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas. Defesa : 30/03/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O uso de agrotóxicos no Brasil intensificou-se a partir dos anos 1960 no contexto da chamada "Revolução Verde". A difusão desse modelo tem-se baseado fundamentalmente no aumento da produtividade agrícola, com a promessa da erradicação da fome. Concomitantemente à difusão dos agrotóxicos na agricultura, os efeitos adversos desses produtos passaram a ser discutidos, com o surgimento do ambientalismo em nível nacional e internacional. No Brasil, essa oposição ganhou maior expressão na década de 1980 diante da tramitação e da aprovação de leis estaduais de agrotóxicos. As empresas desse ramo, representadas pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF), reagiram com ações judiciais e simultaneamente iniciaram uma campanha publicitária contemplando um discurso voltado ao convencimento da segurança e da indispensabilidade do uso dos agrotóxicos para o controle de pragas, diante da ameaça da fome. A atual Lei de Agrotóxicos (7.802/1989) foi discutida e promulgada nesse período de intensas disputas entre grupos de interesses com lógicas opostas. O quadro legislativo atual das restrições à propaganda de agrotóxicos foi reforçado na década seguinte, com a vigência da Lei Murad (9294/1996) que restringiu a publicidade desses produtos aos agricultores, proibindo a sua divulgação na imprensa voltada ao público leigo. Consequentemente, a ANDEF teve que adequar as suas estratégias de comunicação ao novo contexto sociopolítico, incorporando a questão da sustentabilidade. O presente estudo se propõe a analisar as estratégias de comunicação adotadas pela ANDEF. O foco de análise baseia-se no processo adaptativo das táticas e dos instrumentos retóricos de convencimento adotados a partir dos anos 1980 por essa Associação vis-à-vis a evolução das políticas públicas voltadas ao controle da propaganda de agrotóxicos. Para tanto, aplicam-se as teorias da "Ação Comunicativa", da "Nova Retórica" e do "Framing", a fim de discutir as estratégias de convencimento e de construção de argumentos adotadas para atingir sua plateia (agricultores, consumidores, pesquisadores, entre outros). Palavras-chave: Agrotóxicos. ANDEF. Estratégias de Comunicação. Políticas Públicas.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: From the 1960's and on, the usage of pesticides in Brazil has escalated within the so called "Green Revolution". The growing adoption of the technique is justified by the significant productivity gain and also under the promises to eradicate starvation. As the dissemination of pesticides in agriculture was getting more intense, the harmful effects of its utilization became a relevant topic of discussion along with the advent of national and international environmentalism. In Brazil, this movement gathered significant strength during the 1980's, as a result of the development and approval of several pesticide state laws. The industry, represented by the National Association of Vegetal Defense (ANDEF), struck back with several lawsuits and simultaneously launched a massive advertising campaign which deemed the use of pesticides as crucial to pest control, especially under the constant threat of hunger. The Pesticide Law (7.802/1989) was discussed and approved during this period of intense dispute between ideologically disparate groups. The legislative configuration which restricted pesticides advertisements was reinforced in the following decade by the enactment of the Murad Law (9294/1996), responsible for limiting the advertising of such products to farmers and banning it on mainstream media. The ANDEF therefore was compelled to review its communication strategies and, throughout the 2000's, has turned the reasoning to the new sociopolitical context, incorporating the sustainability issue. The present study intends to analyze the communication strategies adopted by ANDEF. It will focus on the adaptive process of its tactics and also on the rhetorical persuasion tools adopted as from the 1980's by this Association while facing the evolution of public policies regarding pesticides advertisement controls. According to this purpose, the "Communicative Action", "New Rhetoric" and "Framing" theories will be applied, in order to approach and describe the persuasion and argumentation strategies undertaken by the Association to relate to its public (farmers, consumers, researchers, among others). Key Words: Pesticides. ANDEF. Communication Strategies. Public Policies.pt_BR
dc.format.extent121f. : il., tabs., algumas color., grafs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectCrescimento e desenvolvimento economicopt_BR
dc.titleEstratégias de comunicação da indústria de agrotóxicos no Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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