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dc.contributor.advisorBonardi, Renato Araújopt_BR
dc.contributor.authorBaldin Junior, Antoniopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básicapt_BR
dc.contributor.otherSoccol, Vanete Thomazpt_BR
dc.date.accessioned2013-12-18T17:06:20Z
dc.date.available2013-12-18T17:06:20Z
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/34059
dc.description.abstractA associação entre retocolite ulcerativa e adenocarcinoma cólico está amplamente relatada na literatura sendo desenvolvidas estratégias para seguimento dos pacientes e detecção precoce das lesões displásicas e neoplásicas. Foram estudados os exames anatomopatológicos e dados clínicos de 124 portadores de retocolite ulcerativa cadastrados no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, com o objetivo de analisar a ocorrência de displasia entre eles, comparar os dados clínicos daqueles com e sem displasia e verificar a superexpressão imunoistoquímica da proteína p53 nas displasias. A ocorrência de displasia foi baixa (9,67%) e de baixo grau em todos os casos. Na comparação dos dados clínicos dos pacientes com e sem displasia não houve diferença estatisticamente significativa com relação à cor, idade no início da doença, idade na última biópsia, extensão da doença e tempo de evolução da doença. Houve diferença estatística para displasia, com predomínio de pacientes do sexo masculino (58,34%). Dos 12 pacientes com displasia, a proteína p53 foi positiva em 5 (41,66%). Conclui-se que a ocorrência de displasia foi baixa e maior no sexo masculinopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleEstudo clínico-patológico e da expressao da proteína P53 nas displasias associadas r retocolite ulcerativapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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